Resenha: Eu Estive Aqui – Gayle Forman

Nome original: I was here
Ano: 2015
Escritora: Gayle Forman
Editora: Arqueiro
Páginas: 240
Saga a que pertence: Volume único

A leitura de “Eu Estive Aqui” é um constante nó na garganta e uma sensação de vazio.

Cody e Meg compartilhavam tudo o que acontecia em suas respectivas vidas, como melhores amigas fazem. Isso mudou quando Meg foi aceita na faculdade longe de casa e Cody não foi junto. Elas achavam que as coisas permaneceriam iguais, com apenas quilômetros as separando. Mas então os e-mails se tornaram mais vagos e menos frequentes, os convites para visitas não vieram mais, até que uma notícia abala o mundo de Cody: Meg havia cometido suicídio.

Cody, que até então não possuía muitos objetivos de vida, decidiu que iria até o fundo dessa história e descobriria o porquê de tudo. Por que Meg não contou para ela que estava se sentindo mal a ponto de querer tirar a própria vida. Por que elas pararam de se comunicar com frequência. E por que Meg quis se matar, afinal de contas. Dessa forma ela viaja até a faculdade da amiga e se conecta com a antiga realidade dela, conhecendo seus amigos, seus segredos e seu coração partido.

Não pude deixar de imaginar que Cody era como um cão correndo atrás do próprio rabo. Durante toda leitura ela toma conclusões e decisões precipitadas, se cega de tudo e vive uma vida miserável. Acredito que Forman tenha tentado tanto tirar o estereótipo da suicida que acabou jogando todo ele para Cody, que se tornou uma personagem fraca de personalidade. Ela era um braço de Meg. Vivia e respirava através da amiga. Quando Meg se foi, Cody se tornou apenas uma figura amorfa sem rumo nenhum, procurando algo para se agarrar. Embora esse provavelmente tenha sido o objetivo da autora, não me pareceu nem um pouco convincente. As atitudes de Cody desviaram a atenção dos acontecimentos gerais e fizeram com que eu me sentisse incomodada e com raiva do rumo de suas ações.

Se Forman peca nesse aspecto, ela obtém êxito ao dar luz a algumas camadas que se mantém escondidas da sociedade. Algumas delas são o fórum para estimular suicídios e a forma errada como os pais de Meg lidaram com toda a situação. O tema do suicídio – e consequentemente das coisas que afetam o aspecto emocional de cada pessoa – traz uma carga pesada e profunda ao livro e é assim que ele se desenrola até o seu fim. Em nenhum momento da história há alívio ou paz. Há no lugar raiva, rancor, tensão, até mesmo vazio.

Gayle Forman escreveu um livro para que nós possamos sentir uma pequena parcela do sofrimento gerado pelo suicídio de alguém próximo. Acredito que a maior mensagem que ela quis passar foi a de que nunca conhecemos os demônios das pessoas, por diversas razões. E que nem por isso podemos nos culpar por não sabermos lidar com esses demônios invisíveis, pois o maior bem que fazemos a alguém é dar amizade e boas memórias.

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A era da pseudo-inteligência

 

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No início desse ano a comoção em torno do vestibular foi enorme, ao menos para mim, por tê-lo vivenciado com tanta intensidade. E é claro, em conversas sobre o assunto, o fator estudo sempre acaba se tornando pauta. “Quanto você estudou?”, “Tinha dificuldade em quais matérias?”, “Fez cursinho?”, “Veio de colégio público ou privado?”. É claro que o conjunto de respostas diferenciava – e muito – as pessoas, mas um comentário em comum chamou minha atenção de uma forma pejorativa.

Quando esse tema começou a ser levantado, a maioria das pessoas falava – e com orgulho – que não estudou, que dormiu durante as aulas, que levou o ano como quem está em férias duradouras, mas mesmo assim passou. Desculpe, não consigo acreditar em você e acho errado o que está fazendo.
Olhe, não estou querendo generalizar. Existem pessoas inteligentíssimas no mundo sim, e faculdades costumam reuni-las, mas se todas as pessoas que ouvi dizerem isso forem realmente tão superdotadas de inteligência, como afirmam indiretamente, temos um verdadeiro congresso de gênios diariamente nas Universidades.
O meu ponto é: Está tudo bem você ter inteligência de nascença e possuir facilidade para estudar, e está tudo bem também você não possuí-la e esforçar-se ao máximo para atingir seus objetivos. O que está errado é menosprezar indiretamente essa segunda classe de pessoas afirmando que pertence à primeira quando sabe que é mentira. Isso é uma forma de preconceito também. No final das contas, não importa quem larga na frente, e sim quem chega primeiro. Muitas vezes, essa facilidade em absorver conteúdos faz com que a pessoa procrastine mais, se acomode mais. O contrário acontece com a pessoa que reconhece suas dificuldades e decide supera-las, sempre mantendo-se na ativa. A fábula da lebre e da tartaruga exemplifica isso muito bem: A lebre, rápida por nascença, decide disputar uma corrida com a tartaruga. Certa de que iria ganhar, larga na frente, adquire vantagem, encosta-se numa árvore e dorme. A tartaruga, devagar e constante, ultrapassa a lebre e chega no final do percurso em primeiro lugar.
Vale ressaltar que existem n tipos de inteligência, e que nenhum deles é melhor ou pior que o outro. Apenas diferentes. A inteligência que você possui pode ser diferente daquela que seu melhor amigo adquiriu, e todas as pessoas são inteligentes em um ou outro âmbito. A mania de generalizar e homogeneizar tudo é forte, mas é necessário ir contra a correnteza nesse aspecto.
Precisamos nos conhecer inteiramente, nos aceitarmos da forma como somos, e aí sim veremos que não há necessidade de auto-promoção a partir de coisas não relevantes como a origem da nossa própria inteligência. O importante é o que você irá fazer com ela.

100 motivos pelos quais eu amo minha mãe

Essa lista é feita com o intuito de dizer “Eu te amo” e “você é perfeita” para a minha mamãe.

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01- Ela é sensata
02- Ela é humana
03- Ela é sacrificadora
04- Ela é linda
05- Ela é inspiradora
06- Ela é a pessoa mais inteligente que já conheci
07- Ela é maravilhosa em todos os sentidos
08- Ela tem opiniões fortes
09- Ela me criou de forma exemplar
10- Ela é feminista
11- Ela é imperfeita
12- Ela é guerreira
13- Ela sabe se divertir
14- Ela dança
15- Ela canta
16- Ela é talentosa
17- Ela me incentiva
18- Ela é criativa
19- Ela tem lindos olhos
20- Ela é racional

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21- Ela é passional
22- Ela é forte
23- Ela me faz querer ser melhor
24- Ela me compreende
25- Ela tem um ótimo gosto musical
26- Ela não foge de uma briga
27- Ela tem um ótimo estilo
28- Ela não tem vergonha de chorar
29- Ela me tem como sua confidente
30- Ela tem conversas sérias comigo
31- Ela compartilha seus sentimentos
32- Ela gosta da minha companhia
33- Ela é animada
34- Ela é a pessoa mais importante da minha vida
35- Posso contar tudo para ela
36- Ela tem um senso de humor fantástico
37- Ela tem um sorriso lindo
38- Ela é a primeira pessoa pra quem quero contar uma novidade
39- Ela é minha melhor amiga
40- Ela é bem-sucedida em tudo o que se propõe a fazer

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41- Ela me dá beijo de boa noite e de bom dia
42- Ela só quer o meu melhor
43- Ela arruma meu quarto mesmo quando eu digo pra não fazer isso
44- Ela é corajosa
45- Ela é honesta
46- Ela é sincera
47- Ela é prática
48- Ela é determinada
49- Ela sabe fazer escolhas
50- Ela sabe cozinhar
51- Ela faz os itens artesanais mais lindos que já vi
52- Ela é tagarela
53- Ela pede minha opinião
54- Ela pede ajuda
55- Ela assiste os vídeos que eu mostro
56- Ela sempre me apoia
57- Ela valoriza o tempo livre
58- Ela é brincalhona
59- Ela é séria
60- Ela é parecida comigo

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61- Ela gosta de se cuidar
62- Ela é competente
63- Ela é uma dama
64- Ela é meu oposto
65- Ela me ensinou tudo o que sei
66- Ela me mostra coisas interessantes na Internet
67- Ela se preocupa comigo
68- Ela é sábia
69- Ela filosofa
70- Ela tem ótimos conselhos
71- Ela tem ótimas histórias pra contar
73- Ela é humilde
74- Ela é vanguardista
75- Ela sabe jogar qualquer coisa
76- Ela é independente
77- Ela é bondosa
78- Ela é brava
79- Ela sempre tenta ser melhor
80- Ela é carinhosa

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81- Ela segurava minha mão toda noite para eu dormir
82- Ela me deixa deitar com ela no sofá apertado
83- Ela é batalhadora
84- Ela tem ótimas ideias
85- Ela me conforta
86- Ela me estimula
87- Ela faz de tudo para me ver feliz
88- Ela me escuta
89- Ela canta músicas antigas inconscientemente
90- Ela me ama incondicionalmente
91- Ela é única no mundo para mim
92- Posso contar com ela para tudo
93- Ela confia em mim
94- Ela tem um coração gigante
95- A vida muitas vezes foi azeda com ela, mas ela sempre achou uma forma de adoçá-la.
96- Ela é segura de si
97- Ela faz minhas fantasias e outras roupas por amor
98- Ela faz as melhores batatas-fritas do mundo
99- Ela é uma ótima mãe
100- Ela tem o melhor abraço do mundo

Feliz dia das mães, mamãe!

Resenha: Samantha Sweet, Executiva do Lar – Sophie Kinsella

Nome original: The Undomestic Goddess
Ano: 2007
Escritora: Rachel Hawkins
Editora: Record
Páginas 514
Saga a que pertence: Volume único

“Meu nome é Samantha, tenho 29 anos. Nunca assei um pão na vida. Não sei pregar botão. O que sei é reestruturar um contrato financeiro e economizar 30 milhões de libras para meu cliente”

A história gira em torno de Samantha, uma advogada extremamente bem-sucedida e dedicada que vem de uma linhagem de advogados – sua mãe, inclusive, é super famosa no ramo – e tem como sonho se tornar sócia da empresa que trabalha. Para isso, é claro, ela trabalha como louca, sem descanso. No dia em que o resultado de quem ganharia a promoção seria divulgado, Samantha descobre que cometeu um erro bobo e que teria proporções gigantes, e o pior: não poderia ser consertado. Apavorada, pois tinha certeza de que com isso iria perder o emprego e toda a carreira, ela foge, pegando o primeiro trem que enxerga, sem saber para onde ia. Em uma das paradas, ainda atordoada e sem saber onde está, ela pede informações em uma mansão, onde é recebida pelos Geigers, um casal de ricaços que estranhamente lhe mostram a casa e falam sobre como a prataria precisa ser polida. Samantha acha estranho, mas decide passar a noite na casa deles e decidir o que fazer da vida no dia seguinte. Ao acordar, descobre que na confusão do momento aceitou o emprego de empregada doméstica. Só tem um problema: Samantha não sabe fazer absolutamente nada relacionado a isso. Sua vida se resumia ao seu emprego, à sua inteligência e capacidade de lidar com a pressão. Mas qual era a outra alternativa que ela possuía? Após avaliar os prós e contras, Samantha decide fingir que não é uma advogada, e sim uma resignada doméstica pronta para atender a todas as excentricidades da família. Será que a atuação vai dar certo? Ela vai aprender como fazer todos as atividades de empregada? Será que o passado de Samantha irá a perseguir até onde ela está?

Samantha tem a assinatura de personagem de Sophie Kinsella em cada página do livro. É uma mulher divertida, cheia de defeitos e qualidades, atrapalhada, independente e que lida com os problemas de forma totalmente não-convencional. A forma como ela cresce conforme o livro chega ao final é perceptível. A advogada aprende a aproveitar o tempo livre e a gostar de cuidar da sua aparência, por exemplo. As partes mais divertidas do livro são, sem dúvida, quando ela precisa fingir que não tem a inteligência que possui para que os patrões não desconfiem dela. O livro é bastante focado nos detalhes da adaptação dela no novo emprego e nos relacionamentos com as pessoas do vilarejo, sempre com muitos detalhes dos afazeres e dos pensamentos conflituosos dela. Apesar disso o livro não consegue ser monótono, pois possui diálogos inteligentes e uma imprevisibilidade acerca do que irá acontecer a seguir. porque essa é outra característica de Samantha: ela é bastante impulsiva. Isso faz com que queiramos devorar o livro e saber o que irá acontecer afinal.

Infelizmente, para mim, a pior parte foi o final. Terminou de forma tosca, para dizer o mínimo. Samantha faz diversas escolhas erradas de forma consecutiva, não consegue repará-las e de repente descobre um fato bombástico que deveria ter percebido desde o início. Em menos de 10 páginas tudo o que aconteceu foi irrelevante e ela poderia ter uma vida normal novamente. Muito mal explicado, mal resolvido. Sophie parece ter priorizado o casal (sim, tem casal!) e deixado de lado a trama principal. Além disso, tiveram diversas oportunidades para Samantha combater o machismo que estava rolando solto, mas ela não fez isso. Fora isso, o livro é um primor.

Sophie Kinsella é uma escritora incrível, totalmente original. Recomendo sempre os livros dela por conterem a receita perfeita para o alto astral.

 

Tag – As 20 músicas da minha vida

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Oooooooolá pessoal! Hoje é dia de tag musical!

Eu vi e me apaixonei por essa tag no blog Pinguim de Óculos (amei o nome, aliás [amo pinguins!]), e a ideia é responder 20 categorias de músicas com seu gosto pessoal. Vou colocar o link do Youtube pra facilitar a vida de todo mundo (menos a minha), okay? Let’s go!

1. Música favorita

Ah, essa é difícil. Eu não ando expandindo muito meu gosto musical no momento, então acabo repetindo as mesmas músicas várias vezes. Mas acho que a minha música favorita DO MOMENTO é Pretending, original da série Glee (Coloquei o link sem a performance original pra não dar spoiler pra quem ainda não assistiu). Acho a letra maravilhosa, o ritmo lindo e todo o significado dela muito tocante, seja na série ou na minha própria vida.

2. Música que mais odeia

Com certeza BB Talk da Miley Cyrus. Meus ouvidos sangram toda vez que tento ouvir essa música.

3. Música que te deixa triste

Vou ter que roubar e colocar duas músicas aqui. A primeira música escolhida foi por pura influência de Grey’s Anatomy. Quem assiste sabe: Quando começa a tocar Chasing Cars da banda Snow Patrol vai morrer alguém. Chorei muitas vezes com essa trilha sonora :’).

A segunda música também tem a ver com Glee, mais especificamente com os atores. Depois da morte de Cory Monteith (Finn), a Lea Michele (Rachel) adicionou uma música ao álbum dela. A música se chama If you say so, e fala sobre os últimos momentos dos dois. Choro toda vez que toca.

Sim, sou uma sanguessuga de emoções alheias HAHAHAHA

4. Música que te lembra alguém

Vou abranger um pouco mais esse alguém, porque a música Whisky a go-go me lembra de toda a minha família, mais especificamente das festas. Quando o DJ coloca essa música todo mundo começa a cantar e dançar.

Queimando meu filme: Sim, eu era daquelas que achava que era “Tu e o holandês?” ao invés de “Do you wanna dance?”. Me julguem HAHAHAHA

5. Música que te deixa feliz

A música é On our Way da banda The Royal Concept, e me faz ter vontade de gritar, pular e dançar naqueles festivais de música alternativos HAHAHA. Ela é super alegre e tem um clipe muito agitado, com muitas festas, corridas e viagens.

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6. Música que te lembra um momento específico

A música é do divo irreverente seguro de si Adam Lambert e se chama Runnin’. Ela é bem pouco conhecida, mas ela apareceu nos meus ouvidos como destino na época em que eu precisava de uma música para a gincana do colégio. Ela encaixou perfeitamente, e sempre que eu a ouço lembro de dançar com a fita no ginásio.

7. Música que você sabe a letra inteira

Dentre tantas, decidi seguir minha linha de pensamento e mostrar pra vocês músicas não tão “famosas”. Eu amo Everybody Talks da banda Neon Trees. O vídeo é engraçado, a voz do vocalista é MARAVILHOSA, a letra é super boa.

Adicional: A versão do Glee é igualmente fabulosa e tem coreografia ❤

8. Música que te faz dançar

Mais uma do Adam Lambert: If I Had You. Essa música tem uma batida muito boa e dançante, e eu não consigo ficar parada quando ela começa a tocar hahaha.

9. Música que te ajuda a dormir

Eu não consigo dormir ouvindo música, mas uma música que me dá sono é a La la la do Naughty Boy com o Sam Smith

10. Música que você gosta em segredo

Guilty Pleasure: Eu gosto da música Meu corpo dá sinal, da dupla Pedro Paulo e Alex. O instrumental dela é MUITO bom, embora a letra pudesse melhorar.

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11. Música com a qual você se identifica

Eu me identifico muito com a música Surreal, da banda Scalene. Ela fala muito sobre perseguir seus sonhos e saber “o que tem de errado em querer as coisas?” e sobre os conceitos do mundo e tal. Eu amo Scalene, é minha banda nacional favorita (<3) e vou protegê-la.

12. Música que você cantava e agora odeia

Acho que Glad you Came da banda The Wanted é uma boa pra colocar aqui, porque quando eu tinha uns 13-14 anos era a minha música favorita EVEEEER. Agora quando eu ouço eu fico meio incomodada.

13. Música do seu disco preferido

Eu sou apaixonada pelo álbum Éter, da banda Scalene, então vou colocar a minha música preferida: Tiro Cego

14. Música que sabe tocar em algum instrumento

Eu sabia tocar Rolling in the Deep no teclado, mas desaprendi por falta de treino. Uma que eu sei tocar atualmente é a música tema de Piratas do Caribe

15. Música que gostaria de cantar em público

Espero que eu não seja a única que fica se imaginando no lugar da Rachel, em Glee, ou da Becca, em Pitch Perfect, ou como qualquer cantora famosa que faz shows grandes e tem uma apresentação incrível. Eu morro de vontade de cantar Chandelier, da Sia, mas acho que o motivo de eu não fazê-lo é óbvio: não possuo extensão vocal pra isso hahahaha.

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16. Música que gosta de ouvir dirigindo

Bom, eu não dirijo, então vou adaptar para uma música que eu goste de ouvir quando estou andando de carro. Essa música é Elastic Heart, também da Sia. Não tem um motivo especial, eu só adoro ela tocando super alto hahaha.

17. Música da sua infância

A música da minha infância é da trilha sonora do filme Barbie em A Princesa e a Plebéia, o qual eu só assisti umas 30 vezes, sem brincadeira. A música se chama Como ser uma Princesa, e infelizmente eu não consegui pegar o vídeo para mostrar a vocês porque a Universal retirou-o do Youtube por causa dos direitos autorais. Uma pena :/

18. Música que ninguém imagina que você goste

A música é Oops… I did it again, da Britney Spears. Eu nunca fui fã da Britney, e acho que essa é uma das únicas músicas dela que gosto.

19. Música que você quer que toque no seu funeral

Acho que a música que eu gostaria que tocasse no meu funeral seria I lived, da banda OneRepublic. Ela é linda, extremamente tocante e fala sobre aproveitar a vida, como uma mensagem para os que ficam.

20. Música que você quer que toque no seu casamento

Eu quero que toque no meu casamento a música Verdadeiro Amor, da trilha sonora de Barbie em a Princesa e a Plebéia. Sim, bem cliché, mas fazer o quê (rimou) hahaha.

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É isso, gente. Um beijo e até a próxima ❤