Participando: Rory Gilmore Reading Challenge!

 

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Oi pessoal, tudo bem?

As férias acabaram, mas a saudade de fazer maratonas de séries todos os dias nunca vai embora. Durante esse mês sem aulas comecei a assistir, entre outros, o seriado Gilmore Girls. Não foi meu primeiro contato com a série – já havia assistido o piloto lá por 2014 – mas dessa vez foi pra valer. Graças à isso, descobri o “Rory Gilmore Reading Challenge”!

Deixa eu explicar: Rory é uma das protagonistas da série, filha de Lorelai. Ela é uma leitora assídua, com uma concentração incrível e um ótimo gosto para literatura. Pois bem, como essa era uma característica muito marcante da personagem, as pessoas ficaram curiosas para saber exatamente quantos – e quais – livros Rory leu durante os 7 anos do seriado. Foram 340 – TREZENTOS E QUARENTA – livros! A partir disso, decidiram criar esse “desafio”, que nada mais é do que a lista completa da bibliografia de Gilmore Girls para fãs – tanto do seriado quando de literatura – sentirem-se à vontade para ler. Como eu não posso ver uma lista que já quero cumprir todos os itens, decidi começar essa jornada no mundo da literatura e trazer essa ideia para vocês 🙂

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Você pode encontrar a lista completa clicando aqui.

Antes de começar o desafio, eu tenho a “incrível” contagem de 3 dos 340 livros lidos (337 to go!). Um deles é Orgulho e Preconceito, da Jane Austen. Você pode ler minhas resenhas sobre o livro e suas adaptações clicando no título da obra.

Outro ponto interessante de ressaltar é que algumas obras tratam de assuntos relacionados aos Estados Unidos, principalmente política e economicamente. Pretendo adaptar essas leituras, encontrando livros que falem sobre os mesmos temas no Brasil.

E, é claro, sempre trarei atualizações de como o desafio está se desenrolando, além da possibilidade de mais 340 resenhas para o blog. Uma coisa é fato: Vai dar trabalho!

 

Um beijo, e até a próxima ❤

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Comparando: Adaptações de Orgulho e Preconceito – The Lizzie Bennet Diaries

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Oi! Talvez você não me conheça – já que eu certamente sou uma cara nova por aqui – mas o meu nome é Larissa. Eu sou de São Paulo, sou escritora. Mas nada disso interessa agora, afinal, não foi por isso que a Nyne me convidou. Estou aqui hoje pra falar de outra coisa, algo que acabou se tornando especial pra nós duas. Uma websérie que virou hit, mas que antes disso ninguém confiava que fosse dar certo.

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Você já ouviu falar em The Lizzie Bennet Diaries?

Há dois anos atrás, quando ela começou, a resposta da maioria seria que não. Mas depois de mais de cem episódios, um Emmy e muitos fãs por aí, muita gente já mudou essa resposta pra sim. Talvez até pra um com certeza bem entusiasmado. Eu fui uma das poucas que teve o prazer e o privilégio de vir a conhecer Lizzie Bennet e seus vlogs logo que eles foram lançados. A nossa história começou na primeira metade de 2012, quando uma amiga marcou eu e mais um monte de gente num vídeo compartilhado na sua timeline do Facebook. My Name is Lizzie Bennet era o primeiro episódio que abriria espaço para outra centena.

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Comecei a assistir meio que na surdina. Aquela amiga e outras em comum eram as únicas pessoas que eu conheciam que assistiam a série. Fui fisgada logo no primeiro episódio. Ele não tinha nada demais – só algumas atrizes num quarto improvisado, luz e maquiagem deixando a desejar, mas com um roteiro rápido e divertido e uma edição esperta. Elizabeth Bennet, aka Lizzie, era uma moça de 24 anos que estava na pós-graduação em Comunicação, começando um vlog como parte de sua tese. Sua mãe tinha pânico de que as filhas terminassem a vida solteironas, e tentava de tudo para lhes conseguir um marido – de preferência rico, jovem e bonito, mas ela não era sempre tão exigente assim. E sua irmã caçula, Lydia, entrava em quadro pra dizer que alguém (um tal de Bing Lee) havia acabado de se mudar para um casarão na vizinhança, uma mansão conhecida como Netherfield.

Soa familiar?

Fiquei mais e mais animada à medida em que percebi o que estava acontecendo. Não precisei ler a descrição dos vídeos pra entender que alguém tinha tido a maravilhosa ideia de trazer Orgulho & Preconceito para os dias modernos e, melhor ainda, para o Youtube. Toda segunda e quinta-feira, eu me dedicava a atualizar o feed do Youtube, esperando pelos novos vídeos. A cada episódio, eu ficava mais e mais fascinada.

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Não lembro em que altura do campeonato uma garota – até então quase desconhecida, apenas amiga de uma amiga – descobriu nossa fissura em comum, e decidiu me arrastar, quase sem convite, para o seu novo projeto: uma fanpage no Facebook dedicada aos fãs, tanto da série quanto do livro. Quando o Socially Awkward Darcy nasceu, nenhuma de nós esperava que a coisa crescesse tanto em tão pouco tempo; mais de duas mil curtidas só no primeiro dia. Foi quando percebi que não tinha mais como voltar atrás, mesmo que eu quisesse. TLBD já era mais parte do meu dia a dia do que as aulas da faculdade, e espalhar o amor pela série era mais que minha obrigação. Foi mais ou menos nessa época que eu resolvi que ia começar a legendá-la.

A ideia inicial era fazer as legendas em português para que uma grande amiga minha pudesse assistir. Calhou o destino que, no fim das contas, todo mundo menos ela aproveitasse o meu trabalho; enquanto os vídeos subiam de algumas dezenas para várias milhares de visualizações, ela, a única que eu pretendia que assistisse, nunca teve tempo de ver. Paciência. Eu já estava com as duas mãos atadas e a corda até o pescoço, mais de trinta episódios atrasada e com inúmeras pessoas me cobrando pelos próximos. As traduções se tornaram um projeto paralelo em que eu investia grande parte do meu tempo. E, inegavelmente, foram elas que selaram a importância da série pra mim.

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Depois das legendas, mais e mais pessoas começaram a aparecer – algumas que já assistiam no canal original e descobriram que eu gostava, outras que começaram a ver por minha causa. Nosso grupinho foi crescendo, e eu comecei a conseguir aqui e lá uma ajudinha pra avançar mais rápido nas traduções. Já no final daquele ano, surgiu o primeiro grupo (e talvez, até hoje, o único) de discussão de TLBD no Facebook, na época batizado de TLBD-BR. Eu não estava mais sozinha. Cada episódio era uma tortura de sentimentos, mas uma tortura sofrida em conjunto, com centenas de comentários e surtos e teorias. Sofrer com gente que pensa como você é indubitavelmente mais divertido. Eu estava onde sempre quis estar.

Através do SAD e do nosso pequeno, mas crescente grupo de discussão, fiz amizades inesperadas e valiosas. TLBD pode ter nos unido, mas em algum momento, ela não foi mais suficiente – vieram outras séries, outros livros, outros vícios, outros assuntos. Deixamos de nos encontrar só às segundas e quintas e passamos a buscar a companhia online umas das outras todos os dias, pra todas as horas. Fomos dos assuntos mais felizes às confissões mais dolorosas. Confiamos e crescemos umas com as outras. Muitas já deixaram de ser usuárias do twitter e amigas do Facebook pra tomarem rostos e vozes de verdade, ao vivo, nos vários encontrinhos que organizamos aqui e ali. Em algum momento, o virtual tomou uma proporção tão real que a gente não podia mais conter na tela do computador.

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Você deve estar se perguntando porque falei tão pouco sobre a série em si, e tanto sobre… todo o resto. Quando a Nyne me convidou pra fazer esse post, eu fiquei vários dias me perguntando o que, exatamente, eu pretendia escrever. Resolvi, por fim, que falar de TLBD – a websérie, era muito fácil, muito simples. Qualquer um que tenha assistido pode fazer isso; é só jogar no google e uma dezena de posts de blogs e sites vai aparecer pra você. Mas falar do que foi pra mim, da mudança que ela significou na minha vida, do que acrescentou e do que transformou, é algo que só eu posso fazer.

TLBD existiu em doses homeopáticas por um longo e maravilhoso ano da minha – das nossas – vidas, mas apesar de a série ter terminado no início do ano passado, deixou pra trás um legado que vai muito além dos episódios, das legendas e dos milhares de posts reblogados no tumblr. Deixou pra trás muitas histórias, como essa aqui, pra contar. Criou amizades que eu espero levar pra vida inteira. E deu luz nova a um livro que fez a minha vida e a de várias outras pessoas.

Você já ouviu falar em The Lizzie Bennet Diaries? Se ainda não, a hora é essa. Clique aqui e vai logo conhecer 😉

Os filmes e livros baseados em Orgulho e Preconceito – Jane Austen

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Oi oi gente! Hoje vim com mais uma vez com o assunto sobre Orgulho e Preconceito, da Jane Austen. Desta vez, vou mostrar algumas (não todas, pois seria quase impossível) adaptações do livro dessa incrível escritora. Dá pra acreditar que um livro virou filme, outros livros, seriados e até mesmo um vlog? Vamos conferir!

“Por quê existem tantas adaptações literárias e cinematográficas de Orgulho e Preconceito?” Perguntei para algumas editoras de livros e elas me explicaram que após 70 anos da morte de um autor (aqui no Brasil) a obra (livro, artigo, etc) torna-se de domínio público, não vinculada a direitos exclusivos de editoras ou herança. Entram nessa lista também: Os autores falecidos que não possuem sucessores e os de autor desconhecido. Obrigada Galera Record e Companhia das Letras!

FILMES:

Nome: Orgulho e Preconceito – 1940
Ano: 1940
Diretor: Robert Z. Leonard
Duração: 117 minutos
Orgulho e Preconceito (em inglês: Pride and Prejudice) é um filme estadunidense de 1940, do gênero drama, dirigido por Robert Z. Leonard, e com roteiro baseado no livro homônimo de Jane Austen. Lançado nos Estados Unidos da América em 26 de julho de 1940, o filme teve entre seus roteiristas Aldous Huxley. O roteiro utilizou a adaptação teatral feita por Helen Jerome sobre o livro de Jane Austen, e segue relativamente o romance, com exceção de algumas alterações. Veja o que eu achei do filme aqui

Nome: Orgulho e Preconceito – Uma comédia Moderna
Ano: 2003
Diretor: Robert Z. Leonard
Duração: 104 minutos
Elizabeth Bennet é uma esforçada e inteligente universitária que nem pensa em se casar até se formar. Mas quando conhece Jack Wickham, um playboy gato e Darcy um sensível rapaz de negócios , a determinação de Elizabeth é colocada em teste. Ela vai conseguir enxergar através deles e descobrir suas verdadeiras intenções?

Nome: Noiva e Preconceito (Bride & Prejudice)
Ano: 2004
Diretor: Gurinder Chadha
Duração: 110 minutos
Na cidade de Amritsar, na Índia, a sra. Bakshi (Nadira Babbar) luta para encontrar bons partidos para suas quatro lindas filhas. Porém tudo vai por água abaixo quando Lalita (Aishwarya Rai), a segunda mais velha, decide escolher seu noivo. Do encontro com o magnata americano William Darcy (Martin Henderson) surge uma relação de amor e ódio. Lalita fica furiosa com o preconceito e a falta de respeito que William demonstra em relação à Índia, enquanto ele fica exasperado com as reclamações da moça, que o considera um americano mimado. Em meio a tantos atritos, nasce uma atração irresistível.

Nome: Orgulho e Preconceito – 2005
Ano: 2005
Diretor: Joe Wright
Duração: 127 minutos
Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet – Elizabeth (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan) – foram criadas por uma mãe (Brenda Blethyn) que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai (Donald Sutherland). Quando o sr. Bingley (Simon Woods), um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy (Matthew Macfadyen). Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.

Nome: Austenland
Ano: 2013
Diretor: Jerusha Hess
Duração: 97 minutos
Com mais de 30 anos de idade, Jane Hayes (Keri Russell) não consegue encontrar um namorado, porque nenhum homem lhe parece à altura de seu grande ídolo: o Sr. Darcy, personagem criado por Jane Austen no romance Orgulho e Preconceito. Um dia, ela decide gastar todas as suas economias e voar ao Reino Unido, onde existe um resort especializado em acolher as mulheres apaixonadas pelas histórias de Austen. Lá, ela descobre que o homem do seus sonhos pode se tornar uma realidade.


LIVROS:

Nome: Orgulho e Preconceito e Zumbis:
Ano: 2010
Escritora: Seth Grahame-Smith
Editora: Intríseca
Páginas 315
Saga a que pertence: Pride and Prejudice and Zombies (3 livros)
Neste livro escrito por Seth Grahame-Smith, nossa implacável heroína, Elizabeth Bennet, está determinada a eliminar a ameaça zumbi, mas logo sua atenção é desviada pela chegada do altivo e arrogante Sr. Darcy. O que se segue é uma deliciosa comédia de costumes, repleta de civilizados embates entre os dois jovens enamorados – além de batalhas um tanto mais violentas, em cenas nas quais o sangue jorra fartamente. Complementado com amor, emoção, duelos de espada, canibalismo e milhares de cadáveres em decomposição, Orgulho e preconceito e zumbis transforma uma obra-prima da literatura mundial em algo que você terá vontade de ler. Este livro na verdade é parte de uma trilogia, no qual apenas este primeiro foi traduzido e publicado aqui no Brasil pela editora Intríseca. Se você quiser saber mais, pesquise pelo nome em inglês (Pride and Prejudice and Zombies).

Nome: Austenlândia
Ano: 2014
Escritora: Shannon Hale
Editora: Galera Record
Páginas 238
Saga a que pertence: Austenlândia
Jane Hayes tem 33 anos e mora na Nova York atual. Bonita, inteligente e com um bom emprego, ela guarda um um segredo constrangedor: é verdadeiramente obcecada pelo Sr. Darcy. Embora sonhe com ele, os homens reais com os quais se depara são muito diferentes dos que habitam sua fantasia. Justamente por isso, ela decide deixar de lado sua vida amorosa e aceitar seu destino: noites solitárias aconchegada no sofá assistindo a Colin Firth em seu DVD. Porém, esses não são os planos que sua rica e velha tia-avó Carolyn, tem para a moça. A única a descobrir o segredo de Jane deixa, em seu testamento, férias pagas para a sobrinha-neta na Austenlândia. A ideia é que Jane tenha uma legítima experiência como uma dama no início do século XX e consiga se livrar de uma vez por todas de sua obsessão. Contudo, para isso, ela terá que abrir mão do celular, da internet e até do uso de sutiãs em troca de tardes de leitura, espartilhos e… a companhia de belos cavalheiros.

Nome: O Outro Lado de Orgulho e Preconceito
Ano: 2000
Escritora: Leareth
Editora: —
Páginas 342
Saga a que pertence: Volume único
Este livro conta o ponto de vista de Darcy na história de Orgulho e Preconceito. Correndo em seus cavalos pelo campo, o sr. Bingley e o sr. Darcy pararam ao avistar Netherfield Park. – É uma bela vista – disse Bingley ao seu amigo – embora não se compare a Pemberley, eu sei. Mas eu tenho que me estabelecer em algum lugar. Darcy olhou para a Mansão e analisou. Comparada à sua própria residência em Pemberley, era um pouco insípida e os arredores, pelo que havia visto no percurso, tampouco merecia atenção. – Tenho sua aprovação? – perguntou Bingley. O sr. Charles Bingley era assim — nunca fazia nada sem a aprovação de seu amigo. Bingley era inseguro e facilmente manipulado. Em razão disto, Darcy tomara para si a incumbência de cuidar do amigo a ponto de decidir sua vida por ele. – Você vai achar a sociedade local um pouco rústica – disse Darcy. – Os costumes do campo? Acho encantadores. Não consegui achar se foi publicado em alguma editora. (Lembrando que é apenas uma fanfic)

Nome: Death comes to Pemberley (apenas em inglês. Tradução: Morte chega a Pemberley)
Ano: 2011
Escritora: P. D. James
Editora: Knopf
Páginas 304
Saga a que pertence: Volume único
A história acontece em 1803, seis anos após o casamento de Lizzie e Darcy. Eles tem dois filhos: Fitzwilliam e Chales e vivem pacificamente. Lizzie está preparando um baile de outono em que toda a sua família comparecerá, até que Lydia chega aos prantos em Pemberley dizendo que Wickham havia sido assassinado. Era hora de investigar a causa. (Apenas uma fanfic)

Nome: Mr. Darcy’s Daughters (apenas em inglês. Tradução: As filhas do sr. Darcy)
Ano: 2003
Escritora: Elizabeth Aston
Editora: Touchstone
Páginas 368
Saga a que pertence: Darcy’s Daughters (existem vários livros contando a história de cada uma das filhas)
O romance é uma fanfic baseada no romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito. Aston concentra-se nas perspectivas de casamento das cinco filhas de Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy, entre elas a certinha Letitia, a espirituosa Camilla, as gêmeas frívolas Georgina e Isabelle, e o prodígio musical Alethea. As meninas vão visitar seu primo Coronel Fitzwilliam, em Londres, enquanto seus pais estão no exterior em uma viagem diplomática. As incursões e erros das meninas na sociedade e sua busca para os homens certos é o tema principal do livro.

Nome: Prada & Prejudice (apenas em inglês. Tradução: Prada e Preconceito)
Ano: 2009
Escritora: Mandy Rubbard (autora de Faça um pedido)
Editora: Razorbill
Páginas 238
Saga a que pertence: Volume único

Callie Montgomery, de quinze anos, compra um par de sapatos vermelhos Prada com saltos altíssimos para impressionar seus colegas em uma viagem escolar para Londres. Adeus, Callie nerd desajeitada, Olá popularidade! Mas antes que ela saiba o que a aconteceu, Callie escorrega, cai, bate a cabeça … e acorda no ano de 1815!

Nome: Love, lies and Lizzie (apenas em inglês. Tradução: Amor, mentiras e Lizzie)
Ano: 2009
Escritora: Rosie Rushton
Editora: Piccadilly Press
Páginas 208
Saga a que pertence: 21st century Austen (Traduzindo fica: Austen no século 21. Dei uma googleada e descobri que a Rosie criou várias versões modernas dos sucessos da Jane Austen.)
Quando a Sra. Bennet herda dinheiro suficiente para se mudar para o tipo de aldeia que ela sempre sonhou, suas filhas encontram-se arrastada para uma vida glamourosa de festas e atividades rurais. No entanto, Lizzie e suas irmãs logo descobrem a verdade.

 


 

SERIADOS:

Nome: The Lizzie Bennet Diaries (Os diários de Lizzie Bennet)
Ano: 2012
Canal: Youtube (The Lizzie Bennet Diaries)
Episódios 100
The Lizzie Bennet Diaries é uma web série americana de comédia adaptada do livro de Jane Austen, Orgulho e Preconceito , em formato de vlog. Ele foi criado por Hank Green e Bernie Su e as estrelas Ashley Clements, Mary Kate Wiles, Laura Spencer, e Julia Cho. Ele estreou no YouTube em 9 de abril de 2012 e foi encerrada em seu 100º episódio em 28 de março de 2013. Tem legendas em português, YAY!

Nome: Orgulho e Preconceito – 1995
Ano: 1995
Transmissora BBC
Episódios 06
Pride and Prejudice é uma série britânica em 6 episódios, produzida em 1995, adaptada por Andrew Davies da obra homônima de Jane Austen, publicada em 1813. Jennifer Ehle e Colin Firth interpretam Elizabeth Bennet e Mr Darcy, foi produzida por Sue Birtwistle e dirigida por Simon Langton. A série foi uma produção da BBC, com parceria com a estadunidense A&E Network, e o lançamento original pela BBC foi entre 24 de setembro a 29 de outubro de 1995. O lançamento pela A&E Network, em episódios duplos, foi em três noites consecutivas com início em 14 de janeiro de 1996.

Nome: Orgulho e Preconceito – 1980
Ano: 1980
Transmissora BBC
Episódios 05
Pride and Prejudice é uma série produzida em 1980 para televisão, pela BBC, em 5 episódios, tendo como tema o livro homônimo de Jane Austen, escrito em 1813. Dirigida por Cyril Coke, apresenta Elizabeth Garvie e David Rintoul nos papéis de Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy.

Nome: Lost in Austen
Ano: 2008
Transmissora ITV
Episódios 04
Imagine que, um dia, quando sua vida parece mais ordinária do que nunca, você pudesse se transportar para sua obra literária favorita e viver por lá com os personagens que conhece tão bem. Pois é exatamente isso o que propõem Lost in Austen, ao levar Amanda Price (Jemima Rooper) para Longbourne, através de uma porta fantástica que ela descobre em seu banheiro. Aliás, quem descobre a porta não é Amanda, mas Elizabeth Bennett (Gemma Atertton) e é assim que as duas trocam de lugar. Enquanto Lizzie vai conhecer as maravilhas da vida moderna e da independência feminina, Amanda vai aproveitar a vida no campo, os galanteios, o romantismo e a educação de 200 anos atrás.

Prontinho, aí estão várias adaptações do sucesso que Orgulho e Preconceito é! Deu trabalho, mas me sinto recompensada por contribuir com a propagação dessa obra ❤

Um beijo, e até logo!

Obs: Pretendo fazer resenha desses livros e filmes que eu citei (alguns eu ainda não li/assisti, mas os achei muito interessantes e resolvi citar).

Comparando: Adaptações de Orgulho e Preconceito – 1940

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Nome original: Pride & Prejudice
Ano: 1940
Direção: Robert Z. Leonard
Produção: Hunt Stromberg
Roteiro: Aldous Huxley
Fotografia: Karl Freund
Música: Herbert Stothart

No fim do ano passado eu conheci o filme Orgulho e Preconceito, e simplesmente me apaixonei pela história da Lizzie e do Darcy. Pouco tempo depois, descobri que era baseado em um livro e resolvi lê-lo, só para me apaixonar mais um pouco pelo mundo maravilhoso que Jane Austen criou. No começo desde ano, me desafiei a assistir e ler todas as adaptações (literais e baseadas) desse sucesso da Jane Austen, e agora vim dar minha opinião sobre cada uma delas!
Obs: Ainda vou fazer um vídeo comparando cada uma das adaptações superficialmente, porém acho uma boa ideia me aprofundar sobre cada filme com uma postagem escrita ❤

Obs²: Podem ficar tranquilos, não terão spoilers em nenhuma das críticas, prometo!

O senhor e senhora Bennet possuem cinco filhas mulheres, nenhuma delas casada. A vida deles é pacata na medida do possível em uma província interiorana da Inglaterra quando uma notícia abala toda a população: O Sr. Bingley e seu melhor amigo Sr. Darcy instalaram-se na melhor propriedade do lugar, e um boato de que são dotados de uma imensa fortuna que será dividida com uma futura esposa percorre rapidamente as ruas, sendo confirmado logo depois. A Sra. Bennet, que está sempre tentando arrumar um par para suas filhas, faz de tudo para que as atenções dos senhores caiam sobre suas meninas, e isto funciona com o Sr. Bingley, que se encanta com Jane imediatamente. Porém, o Sr. Darcy prova-se extremamente arrogante e orgulhoso quando esnoba Lizzie, que começa a encará-lo com certo preconceito. Ela mal sabe que na verdade a suposta superioridade de Darcy por ela transformaria-se num amor inesperado da parte dele. Enquanto ele nutre este amor por ela, Lizzie descobre coisas sobre o Sr. Darcy que cada vez mais a deixa duvidosa sobre seu caráter.

Elenco:
Greer Carson (Elizabeth Bennet)
Laurence Olivier (Sr. Darcy)
Mary Boland (Sra. Bennet)
Edna May Oliver (Lady Catherine de Bourgh)
Maureen O’Sullivan (Jane Bennet)
Ann Rutherford (Lydia Bennet)
Frieda Inescort (Caroline Bingley)
Edmund Gwenn (Sr. Bennet)
Bruce Lester (Charles Bingley)
Edward Ashley (George Wickham)
Melville Cooper (Sr. Collins)
E.E. Clive (Sir. William Lucas)

Esse foi o primeiro filme preto-e-branco que eu já assisti, e vou ser bem sincera: Dá uma aflição. Eu até gostei de não ter cores, mas eu estou tão acostumada que estranhei bastante a falta delas. Eu achei muito bem feito (1940, cara), porém vi várias falhas (considero isso) na produção. Uma delas foi o figurino: Li que eles reaproveitaram os figurinos de E o Vento Levou, mas acho que se fosse por corte de custos, poderiam ter feito isso de maneiras diferentes. No livro e no filme, é muito enfatizada a pobreza que vive a família Bennet. Eles não são medíocres, mas criar 5 filhas não é uma tarefa fácil, principalmente quando o principal (talvez único) provedor da família é o pai, e a época é a em questão. Por isso, a meu ver, não havia nenhuma possibilidade da Lizzie usar isso em um dia casual, como é colocado no filme. Eu senti falta também de várias cenas do filme, como a ida da Lizzie com seus tios à propriedade de Pemberley, e a Georgiana não apareceu, só foi citada. Houveram partes com cenas totalmente novas e inusitadas, que eu nunca havia visto antes, e às vezes haviam outras que foram citadas no livro superficialmente, e o filme fez com que fosse uma cena grandiosa e cheia de significado. Uma coisa que me irritou profundamente foi a atuação da Greer Carson como Eliza. Ela retratou a mulher forte, independente e vivaz que Lizzie é como uma mulher que chora pelos cantos e que não consegue encarar uma pessoa no olhar durante uma briga.

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Lizzie Bennet sendo mais orgulhosa e pomposa que Darcy

Mas, o filme tem vários pontos positivos também. Adorei a última cena, a produção geral, e realmente não esperava isso de um filme tão antigo. Existem várias falas que são exatamente iguais às do livro, e eu tenho um fraco por todas essas citações. As danças são maravilhosas e diferente se em comparação com os outros filmes. Achei a atuação da Sra. Bennet e das demais irmãs digna de Oscar, e o Sr. Darcy tudo de bom! Mas, minha personagem preferida, acreditem ou não, foi a Lady Catherine de Bourgh! Ela era absolutamente a personagem mais detestável no livro e nos outros filmes, mas o que conseguiram fazer com elas nesta adaptação foi formidável! A cena dela com a Eliza (que é uma das melhores de todas) foi muito boa, e o que aconteceu alguns minutos depois foi ainda melhor.

Uma coisa que eu acho incrível em todos os filmes e no livro de Orgulho e Preconceito é o crescimento dos personagens. Todos eles crescem muito de acordo com o que vão vivendo, embora alguns menos do que outros. O crescimento de Lizzie e Darcy é com certeza o maior deles, mas não podemos de forma alguma deixar de lado os personagens coadjuvantes, que tem um papel e ensinamentos importantes a nos passar. Todos tem uma dose de Orgulho e Preconceito, que é passada de um personagem para o outro de acordo com as situações. O que importa é saber livrar-se disso para poder aproveitar a vida.

Mas que droga, Ravenswood!

Estou revoltada. Comecei a assistir Ravenswood esta semana esperando algo com uma trama bem desenvolvida e realista como a de PLL, mas só faltam aparecer vampiros, lobisomens e fadas na história para ela ficar ainda mais sobrenatural.

Ravenswood é uma cidade próxima a Rosewood, cenário do seriado Pretty Little Liars. Esta cidade conta com coisas bem bizarras, como festas de Halloween em cemitérios e mortes estranhas – sempre envolvendo o número 5. Em uma destas festas do doa das bruxas, Caleb pega um ônibus até Ravenswood para resgatar sua namorada, Hanna. Porém, ela tem uma colega de banco bastante 
peculiar: Miranda. Esta garota tem uma história parecida com a do próprio Caleb: Pais sumiram, família enviou pra adoção, adoções mal-sucedidas, fuga. Miranda estava tentando localizar o último parente vivo da família dela, seu tio. Com algumas reviravoltas Miranda acaba topando com Hanna na casa do suposto tio, presa numa cabine de telefone. História vai, história vem, Caleb e Miranda curiosamente acabam achando lápides com o nome e foto deles, e decidem ficar ali em Ravenswood para identificar.

Bom, a sinopse é ótima, parece um seriado digno, mas poxa, que decepção. Eu imaginei algo um pouco mais lógico como PLL, mas o que acabei encontrando foi a garota do Chamado. Pois é, igualzinha. Ela aparece toda hora, e só Miranda consegue vê-la. Pra mim, isso tirou toda a graça da série, pois virou algo sobrenatural e não lógico, exatamente o que eu prezava tanto em PLL. Achei todos da cidade meio estranhos, e a Sra. Grunwald aparecendo toda hora me dá medo (aqueles olhos), o tio que curiosamente é um funerário (é assim que se chama?). Bem, se você curte um terrorzinho e mistério sobrenatural, vai adorar, porque o seriado é bem teenager e imprevisível. Devo deixar bem claro que eu não esperava e nem queria que Ravenswood fosse igual a Pretty Little Liars, eu queria mesmo que fosse algo diferente, sem ter aquelas coisas de perseguição por mensagem de texto, mas é óbvio que a passagem de lógico para sobrenatural me pegou desprevenida.  Portanto, acho que eu não vou longe com este seriado. A meta agora é riscar no calendário os dias para que janeiro – e PLL – voltem e continuem seguindo a mesma linha de raciocínio.