Leituras de Janeiro 2017

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Oi pessu!

Decidi retornar com as publicações sobre minhas leituras mensais por dois motivos. O primeiro deles é para que eu possa guardar e contabilizar minhas leituras. Tentei fazer isso em uma agenda pessoal, mas não deu certo. E o segundo motivo é para que, caso vocês se identifiquem com meu gosto literário ou queiram que eu resenhe algum livro específico, seja possível saber se eu já o li ou não.

Vamos dar uma olhadinha nos títulos de janeiro!

Nome original: Magician
Ano: 1982
Escritora: Raymond E. Feist
Editora: Saída de Emergência Brasil
Páginas: 432
Saga a que pertence: Saga do Mago
Resenha no blog? Não

Nome original: Miss You
Ano: 2016
Escritora: Kate Eberlen
Editora: Arqueiro
Páginas: 432
Saga a que pertence: Volume único
Resenha no blog? Sim

Nome original: Can you keep a secret?
Ano: 2003
Escritora: Sophie Kinsella
Editora: Galera Record
Páginas: 384
Saga a que pertence: Volume único
Resenha no blog? Não

Nome original: City of Bones
Ano: 2010
Escritora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 476
Saga a que pertence: Instrumentos Mortais
Resenha no blog? Sim

Nome original: The Bad Beginning
Ano: 1999
Escritora: Lemony Snicket
Editora: Seguinte
Páginas: 152
Saga a que pertence: Desventuras em Série
Resenha no blog? Não

 

Nome original: The Geography of you and me
Ano: 2016
Escritora: Jennifer E. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 272
Saga a que pertence: Volume único
Resenha no blog? Sim

Nome original: One Plus One
Ano: 2015
Escritora:Jojo Moyes
Editora: Bertrand Brasil
Páginas 320
Saga a que pertence: Volume Único
Resenha no blog? Sim

 

 

 

 

 

É isso!

E aí, alguma leitura em comum?
Beijo, e até a próxima ♥

Reticências.

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Nesse looping de memórias, o que queima minha mente são suas palavras. Mas o que realmente arde é o seu silêncio.

Você não foi atrás de mim. Não se defendeu. Virou as costas e com isso também virou a página do livro da sua vida que continha a nossa história, sem terminar de lê-la. Me congelou no tempo e no espaço e também no seu coração, deixando o meu ferido e gelado.

Por causa da leitura de vários romances, me acostumei com histórias que possuem começo, meio e fim. E acho que a maior parte do meu desassossego no último mês toda vez que penso em você se deve à grande tenuidade que se criou entre o durante e o final. Nosso fim possui uma data, mas não possui uma consumação. Não proferimos palavras de adeus. Deixamos tudo subentendido, mas minha alma nunca soube lidar com o que não fosse direto e claro. Continuo imaginando o que poderíamos ter sido e não fomos. Continuo criando um universo paralelo em que tudo dá certo como naquele futuro utópico que imaginávamos para nós antes de a realidade bater na nossa cara como uma bofetada.

Entretanto, cada dia é mais suportável lidar com esse vácuo que você criou e eu permiti que se expandisse. Ouvi em uma notícia de esportes sobre como o desempenho de um time durante o campeonato pode ser até mais importante do que a colocação que ele alcança no fim, e aquilo me soou tão profundo que levei para além do futebol. O próximo passo é me tornar filósofa de embalagem de shampoo. Eu, que me acostumei com as últimas palavras dos livros serem “e viveram felizes para sempre” seguidas de um enorme “FIM” que cobria a página inteira para não deixar dúvidas de que aquilo era uma certeza absoluta, descobri que, além de o mundo não ser um conto de fadas, coisas boas não tem um fim e ponto final. Ou continuam até definharmos, ou terminam no meio de uma sentença e deixam o restante flutuando no ar com um grande talv…
Acho que é porque nosso durante foi tão incrível que a melancolia me consome diariamente. Não posso fingir e dizer que esquecerei de tudo, que não significou nada. Uma das provas da sua existência é o meu coração apertado pela falta que eu sinto de você e a lição que aprendi baseada em toda a sua frieza. Você sempre será uma parte de mim, como um lembrete que eu guardo em um baú para abrir e ler quando uma onda de nostalgia me abater, e ficar imaginando comigo mesma “e se?”.