Desafio Literário – Segundo Semestre

Oi oi gente!

Processed with Rookie

Challenge Accepted

Alguns dias atrás eu estava olhando os grupos que participo no Facebook, quando achei a postagem que a Sabrina, do blog Celeiro de Livros fez sobre um desafio que ela estava propondo no blog dela, chamado: Desafio Literário – Segundo Semestre. A ideia é criar uma lista de livros que eu quero ler até o dia 31 de Dezembro, estipular um prêmio para caso eu atinja essa meta, e um castigo caso eu não consiga. Achei a proposta maravilhosa (preciso de um pouco de pressão pra ler livros que eu não sinto a menor vontade) e na hora já quis participar. Resolvi escolher esses livros:

1. A Moreninha
2. Iracema
3. O triste fim de Policarpo Quaresma
4. Memórias Póstumas de Brás Cubas
5. Memórias de um Sargento de Milícias
6. Dom Casmurro
7. Grande Sertão: Veredas

Processed with Rookie

Eu escolhi todos os clássicos que são importantes para o vestibular. Ano que vem eu vou fazer a prova mais importante da minha vida, e acho que um bom jeito de começar a me preparar é ler os livros esse ano para não precisar me preocupar mais. Procurei pelos exemplares físicos aqui em casa, porém não achei o volume de A Moreninha. No lugar, achei o de O Guarani, que deveria estar na lista. Vou tentar ler ele também, mas ele não está na lista, então é só opcional xD

Como prêmio, decidi coisas bem simples, na verdade. Eu nunca mais vou precisar ler esses livros (o que já é prêmio suficiente pra mim), e se o Papai Noel for gordinho, vou comprar o volume único da série Fazendo Meu Filme, da Paula Pimenta. Esse volume é o de comemoração pelos 5 anos de lançamento do primeiro livro, e é só amor! (Uma foto pra deixar vocês com vontade) [Créditos: Franciny Ehlke]

Processed with RookieComo castigo, escolhi uma coisa bem difícil, pra fazer com que eu não desista MESMO de cumprir esse desafio: Vou dançar com o meu kigurumi de pinguim em um local público. Me arrependo amargamente de ter decidido isso, mas trato é trato! SHAUDASDU Caso eu perca, vou gravar pra vocês, porque sou muito querida e quero passar a vergonha que eu mereço por não ter sido capaz de ler os livros.

É isso aí, pessoal!

Torçam por mim ❤

Os filmes e livros baseados em Orgulho e Preconceito – Jane Austen

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Oi oi gente! Hoje vim com mais uma vez com o assunto sobre Orgulho e Preconceito, da Jane Austen. Desta vez, vou mostrar algumas (não todas, pois seria quase impossível) adaptações do livro dessa incrível escritora. Dá pra acreditar que um livro virou filme, outros livros, seriados e até mesmo um vlog? Vamos conferir!

“Por quê existem tantas adaptações literárias e cinematográficas de Orgulho e Preconceito?” Perguntei para algumas editoras de livros e elas me explicaram que após 70 anos da morte de um autor (aqui no Brasil) a obra (livro, artigo, etc) torna-se de domínio público, não vinculada a direitos exclusivos de editoras ou herança. Entram nessa lista também: Os autores falecidos que não possuem sucessores e os de autor desconhecido. Obrigada Galera Record e Companhia das Letras!

FILMES:

Nome: Orgulho e Preconceito – 1940
Ano: 1940
Diretor: Robert Z. Leonard
Duração: 117 minutos
Orgulho e Preconceito (em inglês: Pride and Prejudice) é um filme estadunidense de 1940, do gênero drama, dirigido por Robert Z. Leonard, e com roteiro baseado no livro homônimo de Jane Austen. Lançado nos Estados Unidos da América em 26 de julho de 1940, o filme teve entre seus roteiristas Aldous Huxley. O roteiro utilizou a adaptação teatral feita por Helen Jerome sobre o livro de Jane Austen, e segue relativamente o romance, com exceção de algumas alterações. Veja o que eu achei do filme aqui

Nome: Orgulho e Preconceito – Uma comédia Moderna
Ano: 2003
Diretor: Robert Z. Leonard
Duração: 104 minutos
Elizabeth Bennet é uma esforçada e inteligente universitária que nem pensa em se casar até se formar. Mas quando conhece Jack Wickham, um playboy gato e Darcy um sensível rapaz de negócios , a determinação de Elizabeth é colocada em teste. Ela vai conseguir enxergar através deles e descobrir suas verdadeiras intenções?

Nome: Noiva e Preconceito (Bride & Prejudice)
Ano: 2004
Diretor: Gurinder Chadha
Duração: 110 minutos
Na cidade de Amritsar, na Índia, a sra. Bakshi (Nadira Babbar) luta para encontrar bons partidos para suas quatro lindas filhas. Porém tudo vai por água abaixo quando Lalita (Aishwarya Rai), a segunda mais velha, decide escolher seu noivo. Do encontro com o magnata americano William Darcy (Martin Henderson) surge uma relação de amor e ódio. Lalita fica furiosa com o preconceito e a falta de respeito que William demonstra em relação à Índia, enquanto ele fica exasperado com as reclamações da moça, que o considera um americano mimado. Em meio a tantos atritos, nasce uma atração irresistível.

Nome: Orgulho e Preconceito – 2005
Ano: 2005
Diretor: Joe Wright
Duração: 127 minutos
Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet – Elizabeth (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan) – foram criadas por uma mãe (Brenda Blethyn) que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai (Donald Sutherland). Quando o sr. Bingley (Simon Woods), um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy (Matthew Macfadyen). Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.

Nome: Austenland
Ano: 2013
Diretor: Jerusha Hess
Duração: 97 minutos
Com mais de 30 anos de idade, Jane Hayes (Keri Russell) não consegue encontrar um namorado, porque nenhum homem lhe parece à altura de seu grande ídolo: o Sr. Darcy, personagem criado por Jane Austen no romance Orgulho e Preconceito. Um dia, ela decide gastar todas as suas economias e voar ao Reino Unido, onde existe um resort especializado em acolher as mulheres apaixonadas pelas histórias de Austen. Lá, ela descobre que o homem do seus sonhos pode se tornar uma realidade.


LIVROS:

Nome: Orgulho e Preconceito e Zumbis:
Ano: 2010
Escritora: Seth Grahame-Smith
Editora: Intríseca
Páginas 315
Saga a que pertence: Pride and Prejudice and Zombies (3 livros)
Neste livro escrito por Seth Grahame-Smith, nossa implacável heroína, Elizabeth Bennet, está determinada a eliminar a ameaça zumbi, mas logo sua atenção é desviada pela chegada do altivo e arrogante Sr. Darcy. O que se segue é uma deliciosa comédia de costumes, repleta de civilizados embates entre os dois jovens enamorados – além de batalhas um tanto mais violentas, em cenas nas quais o sangue jorra fartamente. Complementado com amor, emoção, duelos de espada, canibalismo e milhares de cadáveres em decomposição, Orgulho e preconceito e zumbis transforma uma obra-prima da literatura mundial em algo que você terá vontade de ler. Este livro na verdade é parte de uma trilogia, no qual apenas este primeiro foi traduzido e publicado aqui no Brasil pela editora Intríseca. Se você quiser saber mais, pesquise pelo nome em inglês (Pride and Prejudice and Zombies).

Nome: Austenlândia
Ano: 2014
Escritora: Shannon Hale
Editora: Galera Record
Páginas 238
Saga a que pertence: Austenlândia
Jane Hayes tem 33 anos e mora na Nova York atual. Bonita, inteligente e com um bom emprego, ela guarda um um segredo constrangedor: é verdadeiramente obcecada pelo Sr. Darcy. Embora sonhe com ele, os homens reais com os quais se depara são muito diferentes dos que habitam sua fantasia. Justamente por isso, ela decide deixar de lado sua vida amorosa e aceitar seu destino: noites solitárias aconchegada no sofá assistindo a Colin Firth em seu DVD. Porém, esses não são os planos que sua rica e velha tia-avó Carolyn, tem para a moça. A única a descobrir o segredo de Jane deixa, em seu testamento, férias pagas para a sobrinha-neta na Austenlândia. A ideia é que Jane tenha uma legítima experiência como uma dama no início do século XX e consiga se livrar de uma vez por todas de sua obsessão. Contudo, para isso, ela terá que abrir mão do celular, da internet e até do uso de sutiãs em troca de tardes de leitura, espartilhos e… a companhia de belos cavalheiros.

Nome: O Outro Lado de Orgulho e Preconceito
Ano: 2000
Escritora: Leareth
Editora: —
Páginas 342
Saga a que pertence: Volume único
Este livro conta o ponto de vista de Darcy na história de Orgulho e Preconceito. Correndo em seus cavalos pelo campo, o sr. Bingley e o sr. Darcy pararam ao avistar Netherfield Park. – É uma bela vista – disse Bingley ao seu amigo – embora não se compare a Pemberley, eu sei. Mas eu tenho que me estabelecer em algum lugar. Darcy olhou para a Mansão e analisou. Comparada à sua própria residência em Pemberley, era um pouco insípida e os arredores, pelo que havia visto no percurso, tampouco merecia atenção. – Tenho sua aprovação? – perguntou Bingley. O sr. Charles Bingley era assim — nunca fazia nada sem a aprovação de seu amigo. Bingley era inseguro e facilmente manipulado. Em razão disto, Darcy tomara para si a incumbência de cuidar do amigo a ponto de decidir sua vida por ele. – Você vai achar a sociedade local um pouco rústica – disse Darcy. – Os costumes do campo? Acho encantadores. Não consegui achar se foi publicado em alguma editora. (Lembrando que é apenas uma fanfic)

Nome: Death comes to Pemberley (apenas em inglês. Tradução: Morte chega a Pemberley)
Ano: 2011
Escritora: P. D. James
Editora: Knopf
Páginas 304
Saga a que pertence: Volume único
A história acontece em 1803, seis anos após o casamento de Lizzie e Darcy. Eles tem dois filhos: Fitzwilliam e Chales e vivem pacificamente. Lizzie está preparando um baile de outono em que toda a sua família comparecerá, até que Lydia chega aos prantos em Pemberley dizendo que Wickham havia sido assassinado. Era hora de investigar a causa. (Apenas uma fanfic)

Nome: Mr. Darcy’s Daughters (apenas em inglês. Tradução: As filhas do sr. Darcy)
Ano: 2003
Escritora: Elizabeth Aston
Editora: Touchstone
Páginas 368
Saga a que pertence: Darcy’s Daughters (existem vários livros contando a história de cada uma das filhas)
O romance é uma fanfic baseada no romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito. Aston concentra-se nas perspectivas de casamento das cinco filhas de Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy, entre elas a certinha Letitia, a espirituosa Camilla, as gêmeas frívolas Georgina e Isabelle, e o prodígio musical Alethea. As meninas vão visitar seu primo Coronel Fitzwilliam, em Londres, enquanto seus pais estão no exterior em uma viagem diplomática. As incursões e erros das meninas na sociedade e sua busca para os homens certos é o tema principal do livro.

Nome: Prada & Prejudice (apenas em inglês. Tradução: Prada e Preconceito)
Ano: 2009
Escritora: Mandy Rubbard (autora de Faça um pedido)
Editora: Razorbill
Páginas 238
Saga a que pertence: Volume único

Callie Montgomery, de quinze anos, compra um par de sapatos vermelhos Prada com saltos altíssimos para impressionar seus colegas em uma viagem escolar para Londres. Adeus, Callie nerd desajeitada, Olá popularidade! Mas antes que ela saiba o que a aconteceu, Callie escorrega, cai, bate a cabeça … e acorda no ano de 1815!

Nome: Love, lies and Lizzie (apenas em inglês. Tradução: Amor, mentiras e Lizzie)
Ano: 2009
Escritora: Rosie Rushton
Editora: Piccadilly Press
Páginas 208
Saga a que pertence: 21st century Austen (Traduzindo fica: Austen no século 21. Dei uma googleada e descobri que a Rosie criou várias versões modernas dos sucessos da Jane Austen.)
Quando a Sra. Bennet herda dinheiro suficiente para se mudar para o tipo de aldeia que ela sempre sonhou, suas filhas encontram-se arrastada para uma vida glamourosa de festas e atividades rurais. No entanto, Lizzie e suas irmãs logo descobrem a verdade.

 


 

SERIADOS:

Nome: The Lizzie Bennet Diaries (Os diários de Lizzie Bennet)
Ano: 2012
Canal: Youtube (The Lizzie Bennet Diaries)
Episódios 100
The Lizzie Bennet Diaries é uma web série americana de comédia adaptada do livro de Jane Austen, Orgulho e Preconceito , em formato de vlog. Ele foi criado por Hank Green e Bernie Su e as estrelas Ashley Clements, Mary Kate Wiles, Laura Spencer, e Julia Cho. Ele estreou no YouTube em 9 de abril de 2012 e foi encerrada em seu 100º episódio em 28 de março de 2013. Tem legendas em português, YAY!

Nome: Orgulho e Preconceito – 1995
Ano: 1995
Transmissora BBC
Episódios 06
Pride and Prejudice é uma série britânica em 6 episódios, produzida em 1995, adaptada por Andrew Davies da obra homônima de Jane Austen, publicada em 1813. Jennifer Ehle e Colin Firth interpretam Elizabeth Bennet e Mr Darcy, foi produzida por Sue Birtwistle e dirigida por Simon Langton. A série foi uma produção da BBC, com parceria com a estadunidense A&E Network, e o lançamento original pela BBC foi entre 24 de setembro a 29 de outubro de 1995. O lançamento pela A&E Network, em episódios duplos, foi em três noites consecutivas com início em 14 de janeiro de 1996.

Nome: Orgulho e Preconceito – 1980
Ano: 1980
Transmissora BBC
Episódios 05
Pride and Prejudice é uma série produzida em 1980 para televisão, pela BBC, em 5 episódios, tendo como tema o livro homônimo de Jane Austen, escrito em 1813. Dirigida por Cyril Coke, apresenta Elizabeth Garvie e David Rintoul nos papéis de Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy.

Nome: Lost in Austen
Ano: 2008
Transmissora ITV
Episódios 04
Imagine que, um dia, quando sua vida parece mais ordinária do que nunca, você pudesse se transportar para sua obra literária favorita e viver por lá com os personagens que conhece tão bem. Pois é exatamente isso o que propõem Lost in Austen, ao levar Amanda Price (Jemima Rooper) para Longbourne, através de uma porta fantástica que ela descobre em seu banheiro. Aliás, quem descobre a porta não é Amanda, mas Elizabeth Bennett (Gemma Atertton) e é assim que as duas trocam de lugar. Enquanto Lizzie vai conhecer as maravilhas da vida moderna e da independência feminina, Amanda vai aproveitar a vida no campo, os galanteios, o romantismo e a educação de 200 anos atrás.

Prontinho, aí estão várias adaptações do sucesso que Orgulho e Preconceito é! Deu trabalho, mas me sinto recompensada por contribuir com a propagação dessa obra ❤

Um beijo, e até logo!

Obs: Pretendo fazer resenha desses livros e filmes que eu citei (alguns eu ainda não li/assisti, mas os achei muito interessantes e resolvi citar).

52 Semanas – Minhas citações favoritas

tumblr_m56kd7Zdhg1rqfhi2o1_500

Eu sei que estou uma semana atrasada com essa postagem, e peço desculpas! Mas, pensem em definir que citações marcam sua vida de alguma forma. Eu pesquisei bastante para conseguir fazer essa postagem, e juro que só hoje a criatividade e inspiração bateram à minha porta. Sem mais delongas, vamos ver a lista das minhas 5 Citações favoritas!

tumblr_m9fp59CwzA1rynk4uo1_500

1. O Projeto Rosie.: “Não preciso ser visivelmente estranho. Poderia adotar os protocolos que as outras pessoas seguem e me mesclar com elas sem ser notado. E como eu poderia ter certeza de que elas não estavam fazendo o mesmo – jogando o jogo para serem aceitas, mas desconfiando o tempo inteiro que eram diferentes?”

Essa frase pertence ao livro O Projeto Rosie (livro que eu estou lendo). Coloquei esse gif porque ele se parece muito com uma das cenas do livro, em que o Don faz uma palestra para crianças com Síndrome de Asperger (relacionado ao autismo). O livro tem uma temática extremamente interessante, e eu estou louca para terminá-lo. ❤

tumblr_mkikw1WteQ1qchde8o1_500

2. Orgulho e Preconceito.: Lizzie: “Eu me pergunto quem descobriu o poder da poesia para espantar o amor.”
Darcy: “Achei que fosse o alimento do amor”
Lizzie: “Do amor belo e vigoroso. Mas se é apenas uma vaga inclinação, um pobre soneto o liquidará.”
Darcy: “Então o que recomenda para despertar a afeição?”
Lizzie: “Dançar. Mesmo que o par seja apenas tolerável.”

Esse diálogo de Orgulho e Preconceito não poderia faltar. Admito que não é uma citação, mas eu não poderia deixá-lo de fora. Uma coisa que eu direi a seguir pode chocar vocês, mas lá vai: Eu não gosto de poesias. Então podem imaginar o quanto me identifiquei com esse diálogo!

tumblr_llwmxle4us1qh7gfao1_500

3. Salvador Dalí.: “Serei breve, portanto, já encerrei”

Esse é um dos menores discursos do mundo! E eu sou incapaz de ficar séria quando o leio. No quesito originalidade, Dalí está no topo! Eu não tenho uma curiosidade imensa de saber sobre a vida dele e tudo o mais, porém acho muito revigorante as frases que ele criou no passado.

tumblr_m4b7lvHa2N1rpciajo1_500

4. Alice no País das Maravilhas.: Essa é a minha vida e eu vou decidir o que vou fazer com ela.

Eu não sou muito fã de Alice, mas devo confessar que achei incrível a versão que o Tim Burton ( ❤ ) fez da história. Eu já tentei ler o livro, mas abandonei perto da página 50. Mesmo assim, acho que todos deveriam seguir o exemplo dessa frase!

tumblr_mydi10T67v1sm8if3o1_500

5. Alvo Dumbledore, Harry Potter.: São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.

Nem vou comentar sobre a frase, porque ela é auto-explicativa. Acho que tenho só que justificar que Harry Potter não pode faltar em uma lista dessas, e muito menos o gênio (cof cof meu personagem favorito cof cof) Dumbledore. Sou apaixonada por todas as citações de HP (tenho algumas coladas em pontos estratégicos do meu quarto), mas essa é como um mantra na minha vida.

Comparando: Adaptações de Orgulho e Preconceito – 1940

pride-and-prejudice-title-still

Nome original: Pride & Prejudice
Ano: 1940
Direção: Robert Z. Leonard
Produção: Hunt Stromberg
Roteiro: Aldous Huxley
Fotografia: Karl Freund
Música: Herbert Stothart

No fim do ano passado eu conheci o filme Orgulho e Preconceito, e simplesmente me apaixonei pela história da Lizzie e do Darcy. Pouco tempo depois, descobri que era baseado em um livro e resolvi lê-lo, só para me apaixonar mais um pouco pelo mundo maravilhoso que Jane Austen criou. No começo desde ano, me desafiei a assistir e ler todas as adaptações (literais e baseadas) desse sucesso da Jane Austen, e agora vim dar minha opinião sobre cada uma delas!
Obs: Ainda vou fazer um vídeo comparando cada uma das adaptações superficialmente, porém acho uma boa ideia me aprofundar sobre cada filme com uma postagem escrita ❤

Obs²: Podem ficar tranquilos, não terão spoilers em nenhuma das críticas, prometo!

O senhor e senhora Bennet possuem cinco filhas mulheres, nenhuma delas casada. A vida deles é pacata na medida do possível em uma província interiorana da Inglaterra quando uma notícia abala toda a população: O Sr. Bingley e seu melhor amigo Sr. Darcy instalaram-se na melhor propriedade do lugar, e um boato de que são dotados de uma imensa fortuna que será dividida com uma futura esposa percorre rapidamente as ruas, sendo confirmado logo depois. A Sra. Bennet, que está sempre tentando arrumar um par para suas filhas, faz de tudo para que as atenções dos senhores caiam sobre suas meninas, e isto funciona com o Sr. Bingley, que se encanta com Jane imediatamente. Porém, o Sr. Darcy prova-se extremamente arrogante e orgulhoso quando esnoba Lizzie, que começa a encará-lo com certo preconceito. Ela mal sabe que na verdade a suposta superioridade de Darcy por ela transformaria-se num amor inesperado da parte dele. Enquanto ele nutre este amor por ela, Lizzie descobre coisas sobre o Sr. Darcy que cada vez mais a deixa duvidosa sobre seu caráter.

Elenco:
Greer Carson (Elizabeth Bennet)
Laurence Olivier (Sr. Darcy)
Mary Boland (Sra. Bennet)
Edna May Oliver (Lady Catherine de Bourgh)
Maureen O’Sullivan (Jane Bennet)
Ann Rutherford (Lydia Bennet)
Frieda Inescort (Caroline Bingley)
Edmund Gwenn (Sr. Bennet)
Bruce Lester (Charles Bingley)
Edward Ashley (George Wickham)
Melville Cooper (Sr. Collins)
E.E. Clive (Sir. William Lucas)

Esse foi o primeiro filme preto-e-branco que eu já assisti, e vou ser bem sincera: Dá uma aflição. Eu até gostei de não ter cores, mas eu estou tão acostumada que estranhei bastante a falta delas. Eu achei muito bem feito (1940, cara), porém vi várias falhas (considero isso) na produção. Uma delas foi o figurino: Li que eles reaproveitaram os figurinos de E o Vento Levou, mas acho que se fosse por corte de custos, poderiam ter feito isso de maneiras diferentes. No livro e no filme, é muito enfatizada a pobreza que vive a família Bennet. Eles não são medíocres, mas criar 5 filhas não é uma tarefa fácil, principalmente quando o principal (talvez único) provedor da família é o pai, e a época é a em questão. Por isso, a meu ver, não havia nenhuma possibilidade da Lizzie usar isso em um dia casual, como é colocado no filme. Eu senti falta também de várias cenas do filme, como a ida da Lizzie com seus tios à propriedade de Pemberley, e a Georgiana não apareceu, só foi citada. Houveram partes com cenas totalmente novas e inusitadas, que eu nunca havia visto antes, e às vezes haviam outras que foram citadas no livro superficialmente, e o filme fez com que fosse uma cena grandiosa e cheia de significado. Uma coisa que me irritou profundamente foi a atuação da Greer Carson como Eliza. Ela retratou a mulher forte, independente e vivaz que Lizzie é como uma mulher que chora pelos cantos e que não consegue encarar uma pessoa no olhar durante uma briga.

orgulho 2

Lizzie Bennet sendo mais orgulhosa e pomposa que Darcy

Mas, o filme tem vários pontos positivos também. Adorei a última cena, a produção geral, e realmente não esperava isso de um filme tão antigo. Existem várias falas que são exatamente iguais às do livro, e eu tenho um fraco por todas essas citações. As danças são maravilhosas e diferente se em comparação com os outros filmes. Achei a atuação da Sra. Bennet e das demais irmãs digna de Oscar, e o Sr. Darcy tudo de bom! Mas, minha personagem preferida, acreditem ou não, foi a Lady Catherine de Bourgh! Ela era absolutamente a personagem mais detestável no livro e nos outros filmes, mas o que conseguiram fazer com elas nesta adaptação foi formidável! A cena dela com a Eliza (que é uma das melhores de todas) foi muito boa, e o que aconteceu alguns minutos depois foi ainda melhor.

Uma coisa que eu acho incrível em todos os filmes e no livro de Orgulho e Preconceito é o crescimento dos personagens. Todos eles crescem muito de acordo com o que vão vivendo, embora alguns menos do que outros. O crescimento de Lizzie e Darcy é com certeza o maior deles, mas não podemos de forma alguma deixar de lado os personagens coadjuvantes, que tem um papel e ensinamentos importantes a nos passar. Todos tem uma dose de Orgulho e Preconceito, que é passada de um personagem para o outro de acordo com as situações. O que importa é saber livrar-se disso para poder aproveitar a vida.

Resenha: Não sou esse tipo de garota – Siobhan Vivian

Nome original: Not that kind of girl
Ano: 2011
Escritora: Siobhan Vivian
Editora: Novo conceito
Páginas 248
Saga a que pertence: Volume único

O que eu mais gostei nesse livro é o fato de que ele não é de maneira alguma algo clichê, um romance água-com-açúcar, que quando termina não se aprende nada. Ele realmente tem um fundo filosófico, e foi o fator que me fez terminar a leitura.

Ele conta a história de Natalie Sterling, a garota “perfeita”, nos termos dela. Ela está prestes a ser a primeira presidente do conselho estudantil jovem em anos no colégio dela, vive ganhando medalhas de honra, e nem sequer pensa em garotos, muito menos nos “babacas populares”. Ela tem a mania de usar as atitudes das outras pessoas, as experiências delas, para regrar a própria vida. Por exemplo, sua melhor amiga terminou com o namorado popular, e para se vingar ele a apelidou de Isca-de-peixe. O apelido pegou e agora ela não possui mais amigos, exceto Natalie. Com a chegada de uma antiga conhecida que se tornou caloura no colégio e atraiu a atenção de todos pelo modo “atirado” de ser, ela vai acabar notando que virou uma incrível hipócrita, e que o certo e o errado são bem variáveis.

Natalie é uma personagem muito forte. Ela sempre soube para onde queria ir, embora tudo tenha ficado um pouco distorcido depois de algumas decisões dela. Ela sempre tentou ver tudo com muita racionalidade, muita clareza, porém a zona de preconceito que ela criou afastou de fato esses julgamentos imparciais. Mas, principalmente, ela nunca ligou para a beleza exterior, para a “pose” das pessoas. Ela julgava que o intelecto era o importante, e exatamente por isso que garotos populares desmiolados não eram bons para nenhuma das garotas. Natalie era, acima de tudo, muito feminista.

“É por isso que confiar em garotos era igual a beber e dirigir. Claro, alguns correm o risco. O fato de tomar uma ou duas cervejas nunca parece perigoso no começo.”

Os pontos ruins dela (e que fizeram com que ela fosse uma personagem com tanta bagagem para ensinar no livro), é sua hipocrisia e falta de sensibilidade. Usou sua melhor amiga como exemplo para toda a escola ouvir como era péssimo confiar em garotos, e isso magoou a amiga mais que tudo. Ditou regras que depois descumpriu, e o pior de tudo, ainda tentou esconder, fingir que nada aconteceu, como se aquilo fosse ser apagado e ela não fosse menos culpada. Criticou diversas vezes a personalidade da nova amiga dela, como se seus modos abertos de ser fossem os errados, e não os dela, que eram completamente escondidos.

Não é um livro exatamente leve, mas se assemelha bastante à “Anna e o Beijo Francês” e “A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista” (aliás, eu comecei a lê-lo porque esperava algo parecido), embora tenha mais a ensinar, e de uma forma mais difícil. Ele mostra que a vida é feita de escolhas e mudanças.