Resenha: Em Chamas – Suzanne Collins

Aviso: Esta postagem pode conter spoilers de Jogos Vorazes volume 1 – Para checar a resenha, clique AQUI

Nome original: Catching Fire
Ano: 2011
Escritora: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Páginas 413
Saga a que pertence: Jogos Vorazes

E aí pessoal, tudo bom? Vamos checar mais um resenha que eu estava adiando há séculos?
Katniss e Peeta conseguiram vencer juntos a 74ª Edição dos Jogos Vorazes, expondo o governo ao ridículo com sua inesperada vitória. Embora para Katniss tudo parecesse ter acabado depois que saiu da arena, a realidade mostra que aquilo era apenas o início. Por todos os lados de Panem, notícias sobre revoltas e distúrbios entre os habitantes chacoalham ainda mais o governo, ameaçando confrontá-lo. Eles percebem que o motivo disso são os dois vencedores, e farão de tudo para destruir a imagem deles, seja mostrando que não são um casal apaixonado – Já que Katniss mostrou que talvez não seja Peeta quem ela queira -, mostrando que os vencedores continuam submissos ao governo, ou… os dois. Nesta continuação da saga, com triângulos amorosos, distopias e muito mais, temos que torcer para que a sorte esteja a nosso favor… e que Katniss e Peeta sobrevivam ao voltarem para o lugar onde tudo começou.
Já disse isso do primeiro livro e repito agora no segundo: Este livro é de tirar o fôlego! Tem tudo o que você possa querer: Problemas amorosos e muita, muita ação. Katniss se vê dividida neste livro mais do que no primeiro entre Peeta e Gale, mas eu continuo achando-a muito, muito fria. Tudo bem, ser criada no distrito 12 não deve ser fácil, não mesmo, porém o amor e o romantismo vêm de alguma forma. Ela gosta de dois homens, porém não expressa isso de forma alguma. Suzanne Collins escreveu e enfatizou tantas e tantas vezes que Katniss não era bela, que não era atraente e tudo mais, porém colocou dois homens para gostar dela (?) e quando era para ela estar se apaixonando, ela não o faz, simplesmente continua com a farsa do casal apaixonado. Isso é um pouco sem noção, para dizer o mínimo. Fora isso, o livro é perfeito, tem muita lógica, ação e mistério e deu para voar muito com a nossa imaginação, vendo os lugares onde ela estava e pegando as ideias do livro. Eu curti muito este livro e acho que foi o meu preferido dentre os três da saga.
O filme vai sair dia 15 de novembro deste ano nas telonas, e você já pode comprar seu ingresso antecipado. E mais uma coisinha, o Brasil é o primeiro país no mundo que vai ver Catching Fire chupa Gringas, há!
 
Um beijo no coração de vocês, e tchau tchau!
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Medo do desconhecido

Eu nunca fui do tipo medrosa. Não mesmo. Sempre que alguém aparecia com alguma ideia perigosa eu era a primeira a achar aquilo sensacional e ter pensamentos mirabolantes. Nunca temi vampiros, lobisomens, bruxas, nunca tive medo deste tipo de sobrenatural: O que eu conheço sobre. O sobrenatural que eu vi em livros, filmes, sempre com um toque de… Humor. Porém, quando começamos a falar do sobrenatural que eu não conheço, eu viro uma covarde. Hoje mesmo vi uma reportagem sobre alienígenas, que eles podem existir e que, por incrível que pareça, um estudo matemático mostra que um dos pontos onde eles mais “passam” é aqui em Curitiba. Resultado: não aguentei o fim da reportagem, fui para debaixo das cobertas e me senti extremamente frágil. “Se os alienígenas existirem”, pensei, “acho que eu não suportaria a surpresa e susto. Seria tão irracional, tão… Impossível” (Não que encontrar um vampiro no meio da rua fosse sequer possível e aceitável). Então foi neste momento que eu percebi que o meu medo do desconhecido não se deve ao fato das criaturas em si, do medo que eu teria delas se presenciasse uma cena com elas, e sim ao fato de o mundo ter me minado de ceticismo. Alienígenas, espíritos, o mundo vive repetindo que eles não existem, que é, como disse ali em cima, impossível. Pois então, aqui está a questão: Nós temos medo de mais perguntas. Você já parou para pensar sobre o universo? Sobre todas as galáxias ainda não descobertas, sobre todos os segredos da própria Terra que continuam escondidos? De onde viemos? Para onde vamos? Pensar nisso tudo me dá uma enorme aflição, pois ao mesmo tempo em que eu tenho a vontade de encarar a aventura de descobrir e responder estas perguntas, eu tenho medo de encontrar uma resposta e outras milhões de perguntas. Mas o que mais me aflige é a Terra. Como é que as pessoas não enxergam todas as maravilhas naturais que possuímos, todas as maravilhas que ainda não descobrimos? Como podem as pessoas se importarem mais com as cédulas com números do que com as árvores que as originaram? Como podemos nós, seres humanos, estarmos em cima da cadeia alimentar, sendo que nós vivemos porque existe esta cadeia, e não o contrário? Como o mundo espera crescer e adicionar descobertas se estamos extinguindo o que descobrimos até agora? Eu tenho medo do desconhecido, pois é com gente como esta que o mundo terá que lidar quando descobrir coisas novas, gente que pensa mais em como tirar proveito daquilo do que em usufruir de forma saudável. É tão simples fazermos comparações: Se você come o seu almoço muito rápido, vai ficar com dor de barriga e engordar mais rápido. Porém, se você comer aos poucos, vai apenas ficar mais forte e sadio. Esta é a lei do organismo humano, esta é a lei do organismo ambiental. É tudo a mesma coisa. Cuide do meio ambiente assim como deveria cuidar do seu corpo. E se estiver com alguns quilinhos a mais, sempre há oportunidade para um regime e uma reeducação alimentar, de ambos os lados. Vai de você. Eu tenho medo do que não conheço, eu tenho medo de descobrir, eu tenho medo de temer. E acima de tudo, eu gostaria de não ter medo.

Feliz dia das Crianças!

Feliz dia das Crianças para mim, para você, para todos os seus familiares! Pois ser criança não deveria ser como diz o estatuto: Você é criança até os 12 anos de idade. Tá aí uma baita mentira. Criança não é tamanho, não é forma de pensar, ser criança é coisa de espírito. Ser criança é diferente de ser infantil, ah, como é! Ser criança é saber valorizar até as pequenas coisas, achar incrível até a mais indiferente das descobertas, é ser espontânea, brincalhona, mas sempre com um toque de serenidade e maravilha. Todos somos crianças, desde os mais novos até os mais idosos, pois a “fase” criança é a descoberta de novas coisas, e este mundo tem ainda tantas coisas misteriosas e escondidas que você ainda quer descobrir, tantas perguntas sem respostas, tantas reticências… Sim. Ser criança é ser curioso, decidido, impressionável. Novamente volto com a frase: Ser criança é diferente de ser infantil. Infantil todos nós também temos uma parte, porém é necessário deixar esta parte um pouco de lado em situações do dia a dia, ou seja, guardar o lado infantil para coisas fora da rotina, menos formais. Você não vai sair contando tudo o que falam para você sobre outras pessoas, não irá ficar de birra porque o outro não fez o que você quis, não irá se jogar no chão, espernear, gritar, chorar porque as coisas não estão dando certo (não irá fazer isso em público, pelo menos). Ser criança sendo adulto é saber guardar segredos, mas pesá-los na balança (pode ser alguma coisa que prejudica a vida de um amigo, ao invés de apenas uma fofoca), é saber que birra não vai adiantar nada, que é melhor encarar tudo com bom humor e achar uma outra solução, e, mesmo que as coisas não estejam dando certo, colocar um sorriso no rosto durante o dia, derramando as mágoas durante a noite, no escuro do quarto, desabafando calmamente e, novamente, procurando uma solução. Muitas pessoas perdem o seu Eu Criança durante os muros que se erguem na vida adulta, algumas deixando o seu Eu Infantil de lado também, outras levando consigo. Pois é o que eu digo: Ser Criança é coisa séria, é coisa de gente corajosa.

Resenha: Sussurro – Hush Hush

Nome original: Hush Hush
Ano: 2011
Escritora: Becca Fitzpatrick
Editora: Intríseca
Páginas: 264
Saga a que pertence: Hush Hush

 

Oi oi gente!
Nora Grey é uma garota de 16 anos. Ela tem uma melhor amiga, Vee, com quem também é parceira de laboratório. Certo dia, o professor de Biologia faz o mapa da sala mudar. Vee vai para longe e no lugar dela senta-se um garoto misterioso. Com seu ego enorme e seu poder sedutor, Patch faz com que Nora se sinta muito atraída. Porém, ela sente um grande instinto de sobrevivência que diz que Patch é sinônimo de problemas. Agora, Nora não sabe se entra no mundo desse garoto estranhamente sedutor, ou se foge dele. E o pior de tudo, é que ela não sabe por quê deve fugir. Qual é o segredo do Patch, afinal?
Esse livro é outra história sobre anjos caídos. Patch é muito sedutor e engraçado, e Nora… bem, ela irrita. Ela tem essa mania de seguir as pessoas onde quer que elas vão, e ela na maioria das vezes é extremamente hipócrita. Isso foi um ponto ruim no livro, pois enquanto o Patch é um personagem bem construído, Nora acabou sendo algo completamente ao contrário: ela é insegura, medrosa e não sabe o que quer. Uma outra coisa que me deixou confusa sobre a Nora é que ela é extremamente inteligente em várias áreas, mas quando acontecem coisas em que ela precisa ter lógica, pesar as coisas, parece que ela fica idiota, e age impulsivamente. Infelizmente existem poucas protagonistas femininas que sejam fortes e sensíveis ao mesmo tempo.
Eu não pude deixar de comparar ambos com os personagens de Crepúsculo durante a história: Patch tem essa coisa protetora e sanguinária por Nora, como Edward. E Nora tem essa insegurança quando está sozinha e não sabe o que quer da vida, como a Bella.
A Becca soube muito bem como fazer toda essa trama, e não deixou a desejar nesses sentidos. Ela conseguiu misturar muito bem o presente com o passado, e também criou algumas coisas novas sobre os anjos caídos que são muito interessantes. Eu gostei do arranjo e acho que essa série tem futuro para mim contanto que a Nora se toque.
Espero que tenham gostado, beijos!

Wreck This Box!

Hoje, eu vou mostrar para vocês a Wreck This Box! Não tem muito o que eu falar em texto porque eu expliquei tudo direitinho no vídeo. Bora conferir?


Livro Mess

Toda a sua vida você foi ensinado para evitar fazer uma bagunça: tentar manter tudo sob controle, cor dentro das linhas, tentar fazer tudo com perfeição e, a todo custo, evitar o contato com as coisas que mancham.
Mess de Keri Smith pede para você fazer o contrário do que lhe foi ensinado. Pense nisso como a sua própria sala de algazarra pessoal. Um lugar para fim de tudo que é solto, para o lixo, para vomitar, para fazer as coisas que não estamos autorizados a fazer no mundo real.
Smith ousa leitores para soltar algum tipo de líquido colorido (tinta, chá, café) em uma página de uma boa altura (pelo menos cinco metros); desenhar no escuro (ou com os olhos fechados); soletrar criativamente; pintar um quadro em um meio à base de água (caneta, marcador, aguarela, etc) e deixá-lo fora durante uma chuva ou tempestade de neve, e enterrar esse livro, então desenterrá-lo. – Amazon

This is not a Book

Este objeto não existe sem você. Você vai determinar o conteúdo e o produto final. Tudo será moldado pela sua imaginação. Você deve ir para o mundo, a fim de trazê-lo à vida e completar as tarefas. Com intrigantes avisos, você vai descobrir que este livro pode ser:
A mensagem secreta: Arrancar uma página, escrever uma nota sobre ele para um estranho, e deixá-lo em um lugar público.
Um dispositivo de gravação: Ter todas as pessoas que você entre em contato hoje e escrever seu nome no livro.
Um instrumento: Como criar muitos sons como você pode usar o livro, como lançar o livro ou batendo na tampa.
This is not a Book irá envolver os leitores, fazendo-lhes definir tudo o que um livro pode estar perguntando: “Se não é um livro, o que é então?” – Com um caleidoscópio de possíveis respostas.

Wreck this Journal

Para quem sempre quis, mas teve problemas para iniciar, manter ou terminar um diário ou um caderno vem Wreck this Box, três livros ilustrados que apresentam uma coleção de diversos avisos, pedindo aos leitores para reunirem suas melhores habilidades e sentimentos para preencher as páginas dos livros (e destruí-los). Desenvolvido pela ilustradora Keri Smith, encoraja as pessoas a se envolverem com o destrutivo, fazendo-as abrir buracos nas páginas, acrescentando fotos, pintura com café, e muito mais, a fim de experimentar o verdadeiro processo criativo. Os leitores irão descobrir uma nova forma de arte com novas maneiras de escapar do medo da página em branco e desapegar do amor material pelos livros. Porque o bom é o conteúdo! – Amazon

E aí, gostaram?

Links para comprar:
Amazon: Aqui
eBay: Aqui
Walmart USA: Aqui
Livraria Cultura: Aqui (A loja é aqui do Brasil!)