Resenha: A Elite – Kiera Cass

Nome original: The Elite
Ano: 2013
Escritora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 360
Saga a que pertence: The Selection – A Seleção

Oi gente, tudo bom?
Esta provavelmente será a resenha mais informal que eu já fiz, porque o livro foi tão, tão, tão bom que toda vez que eu ouço falar dele eu começo a ter vontade de gritar, e não, não é uma hipérbole! Enfim, se você ainda não leu A Seleção, sugiro que não continue a ler esta resenha, pois terão alguns spoilers. Vamos lá?
America foi escolhida, junto com outras cinco garotas (Kriss, Natalie, Marlee, Celeste e Elise) para formar a Elite, ou seja, a reta final d’ A Seleção. Ela vê o seu amor por Maxon aumentar, e sempre que está perto dele percebe que é com ele que ela quer estar, porém, quando vê seu ex-namorado Aspen, ela acha que é o passado que ela quer de volta, sua zona de conforto, e fica cada vez mais aflita com o fato de ganhar uma coroa. Sendo assim, cada vez mais ela pede tempo para os dois. Porém, enquanto America não sabe se quer Aspen ou Maxon, as outras garotas sabem exatamente o que querem e o que fazer para conseguir, e America vai perdendo Maxon aos poucos, pois enquanto ela não se decide, ele procura uma America entre as outras participantes. Enquanto tudo isso ocorre, o rei faz de tudo para acabar com as práticas rebeldes e até mesmo influencia seu filho com a escolha das princesas, independente de ele amar a que ele queira ou não.
Este livro é fantástico, como eu deixei bem claro no início da postagem. Tudo é tão instável! America muda de opinião a cada capítulo, e você se vê mudando junto com ela, tendo raiva dela, tendo raiva de Maxon, tendo raiva de Aspen, é como se você vivesse aquilo dentro de você. É sublime, de tirar o fôlego e te fazer (assim como eu) gritar após ler. Achei o Aspen um manipulador, o Maxon me surpreendeu em várias partes do livro com as decisões que tomou (apesar de serem compreensíveis), houve um pentágono amoroso e acho que America podia ter decidido antes das últimas 20 páginas do livro o que queria. Mas no final, para alegria do mundo, ela toma uma decisão (e uma ÓÓÓÓTIMA decisão). A história dos rebeldes abre-se um pouco mais para tentarmos entender e descobrirmos quem o rei realmente é e o que ele realmente faz. O livro é romântico, misterioso e conflitante, porém tudo isso formou uma obra única incomparável às outras. Frase do meu pai: ”Se ela (eu) fica assim com os personagens de livros, pense só quando ela arranjar um namorado, vai ser impossível controlar” Bom, pai, se eu encontrar um Maxon por aí, pode ter certeza!
Fiquei ansiosíssima e até um pouco decepcionada porque vamos ter que esperar até Maio do ano que vem para o lançamento do último livro – The One – mas tenho quase certeza de que vai valer a pena.
PS: Há um livro adicional entre A Seleção e A Elite, chamado O Príncipe, onde você pode ver o lado de Maxon na história antes d’ A Seleção começar.
Um beijo, até mais!
 
“Não era como se a minha presença fizesse o mundo dele mais feliz. A sensação que eu tinha era de ser o mundo dele. Não havia explosões. Não havia fogos de artifício. Era uma chama lenta, queimando de dentro para fora.” 

Resenha: A Seleção – Kiera Cass

Nome original: The Selection
Ano: 2012
Escritora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 368
Saga a que pertence: The Selection – A Seleção

Oi pessoas ou aliens, caso você seja um. Tudo bom?

 

Seria um pecado eu não sentar no meu computador hoje e não fazer esta resenha. Li este livro de ontem para hoje, em cerca de 6 horas, o que é um recorde para mim! E, tenho que dizer para vocês, este livro é de tirar o fôlego, em todos os sentidos. Acho que ando precisando atualizar minha lista de favoritos, pois este entrou no top 3 dos mais queridinhos.

 

Para vocês terem uma noção, o livro se passa após a Quarta Guerra Mundial. A América do Norte foi tomada pela China e depois retomada, tornando-se o país de Illéa. Neste país existiam províncias, e o povo vivia todo misturado. Porém, havia o sistema de castas. Da casta Um à casta Oito, cada membro tinha uma área de trabalho diferente. Onde se passa a história, na casta Cinco, America (Personagem Principal) é cantora e toca vários instrumentos musicais Um dos motivos para eu ter gostado dela de cara. As castas Cinco, Seis, Sete e Oito vivem na miséria, e America se apaixona por um garoto da casta Seis, Aspen. Os dois ficam juntos por dois anos, em segredo, juntando dinheiro para toda a jurisdição que teriam que fazer para poderem se casar, e ele é o que mais a influencia a se inscrever no torneio aberto pelo rei para achar uma princesa ao seu filho.

O príncipe Maxon iria completar a maioridade e escolheria uma esposa, portanto, uma garota de cada distrito iria ser escolhida para participar de um processo de Seleção. Achando que não possuía nenhuma chance, America preenche a ficha com animação, e a notícia de que talvez Aspen a peça em noivado a deixa ainda mais feliz. Porém, quando volta para casa, Aspen termina com ela e mais uma notícia a choca: Ela foi escolhida para A Seleção. America não queria isso. Ela sabia que ataques rebeldes ao palácio eram frequentes, e a ideia de ficar com o príncipe ao invés do seu verdadeiro amor a corrói por dentro. Corajosa e movida através da vontade de ajudar sua família, visto que o rei pagava uma parcela de dinheiro por semana para a escolhida, ela embarca no avião e vai para o palácio, tentar ter uma vida que nunca sonhou, mas vai acabar se surpreendendo com o que pode encontrar.

Desde o início, este livro me deu arrepios (aqueles quando você vê algo incrível, que realmente te toca). Eu tinha vontade de devorar cada página, ir cada vez mais rápido, ver o que iria acontecer. Estou lendo A Elite, e espero não me decepcionar. Estou tendo uma admiração enorme pela Kiera Cass, e como ela conseguiu transformar um livro que teria tudo para ser aqueles romances adocicados e melosos em algo com uma trama bem maior. Não pude deixar de notar uma semelhança ao livro Academia de Princesas Farei resenha assim que lê-lo novamente, já fazem dois anos desde que terminei a leitura. Mas, ao contrário do livro que acabei de citar, eu torço para America ficar com o príncipe, ao invés do plebeu. Ele é tão gentil, tão leal, tão perfeito ~Suspiro~
Vou voltar para a minha leitura, até mais!

Resenha: Divergente

Nome original: Divergent
Ano: 2012
Escritora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 502
Saga a que pertence: Divergente

Deus sabe o quanto queria ler este livro mas adiava. Todos diziam que era como Jogos Vorazes (Série que eu gostei bastante), porém com alguns toques diferente. E é a verdade. Divergente é ao mesmo tempo igual e totalmente diferente de Jogos Vorazes.
Tá confuso? Vou explicar a trama do livro.
Tudo começa em uma Chicago do futuro. O mundo não é mais dividido em cidades, e sim em facções: Abnegação (dos modestos), Destemor (dos corajosos), Erudição (dos ávidos por conhecimento), Amizade e Sinceridade. Tais facções viviam em paz durante um longo tempo. Cada facção tinha uma tarefa importante na sociedade que apenas ela poderia exercer.
Beatrice é uma garota que vive confortavelmente na Abnegação, porém não se sente encaixada no lugar. Ela não é altruísta o suficiente, e seu coração é colocado à prova quando a Cerimônia de Escolha, seleção que todos os adolescentes de 16 anos participam para designar a facção a qual eles irão escolher se aproxima. Ela deve ficar com sua família ou seguir seu coração? Um dia antes desta cerimônia, os jovens passam por um teste de aptidão simples: um soro é injetado em suas veias provocando simulações que provariam sua coragem, altruísmo, amizade, sinceridade ou erudição. Quando Beatrice faz o teste, porém, o resultado sai inconclusivo. A moça que aplicava o teste disse que isto era perigoso, e que não poderia contar isso para ninguém. Beatrice fica sabendo que é uma Divergente e que deve guardar esse segredo de todos. O que ela não sabe é por quê.  O que significa ser uma divergente e por que isso é perigoso?
Na Cerimônia da Escolha, ela possui três opções: Erudição, Destemor e Abnegação. Para susto de todos, Beatrice escolhe ir para Destemor: Os Corajosos. O que vai mudar de agora em diante?
Eu achei este livro muito bom. Porém, uma das coisas que me irritaram foi o romance monopolizado. É o ponto principal do livro, tudo gira em torno dele, deixando de lado a trama central, e isso ficou um pouco chato. Não há mistério ou ação muito específicos, com exceção do final, mas você devora o livro esperando por isso. O ruim é que você o termina e não consegue absorver o que houve, pois há um acúmulo de acontecimentos que não levam a um lugar específico.Verônica Roth me parece ter ficado tão focada em fazer o casal mais fofo da história que esqueceu do resto. Além disso você começa e termina o livro sem saber o que é ser Divergente, o por quê da revolta, etc. (não é necessariamente um problema, pois te deixa com muita vontade de ler Insurgente) Mas fora essas “falhas”, ele é tocante e engraçado, e eu mal posso esperar para ver a adaptação cinematográfica dele.
Até loguinho!

Resenha: Cidade dos Ossos – Cassandra Clare

Nome original: City Of Bones
Ano: 2011
Escritora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 459
Saga a que pertence: Os Instrumentos Mortais

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Oi galera, tudo bom?

Venho adiando esta resenha há muito tempo, mas agora eu decidi escrevê-la e lá vamos nós!
Depois de Crepúsculo, os Vampiros, Lobisomens e todas as criaturas do submundo nunca mais foram as mesmas, até que Cassandra Clare chegou para fazer a sua versão e tornar as raças sobrenaturais novamente mais ”clássicas”.
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Clary Fray é uma garota normal. Pelo menos é assim que ela se sente. Possui um melhor amigo e com ele vai para todos os lugares, tem uma mãe comum, tem uma vida totalmente nos padrões, até a chegada de Jace. Jace e Clary se encontram de forma, no mínimo, incomum. Ela estava na balada com seu amigo Simon quando avista vultos encapuzados entrando em uma área restrita logo após um casal, mas o que mais chama atenção de Clary é o fato de não serem notados pelo resto da multidão e de estarem portando armas. Desesperada, ela corre até a sala a tempo de ver um dos garotos esfaqueando o par da garota que entrou na sala restrita. Clary grita e assusta a todos, pois aparentemente não podiam ser vistos por mundanos. Quando Clary olha novamente para baixo, toma um susto ao ver que não havia mais nada: nem sangue, nem corpo. Jace, um dos “assassinos” explica que o que ela havia visto era um demônio, e que era seu dever matá-los, pois ele era um Caçador de Sombras. Clary sai de lá apavorada e vai para casa. No dia seguinte, porém, um grande acontecimento acontece: Clary recebe uma ligação de sua mãe, que gritava desesperada para Clary não voltar para casa, que não era seguro. O que Clary poderia ser para conseguir ver os Caçadores de Sombras? Onde estará a mãe de Clary? Quem fez isso a ela?

 

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Este livro é realmente uma mudança grande nos padrões sobre o sobrenatural. Cassandra Clare criou um tipo sobrenatural completamente novo, apesar de usar a famosa combinação de hoje em dia de anjos e humanos (como em Fallen e Hush Hush). Porém, o que mais me admira é que ela não imaginou nenhum poder sobrenatural para tais meio-humanos, exceto a adição de poderes através da escarificação causada pela estela (instrumento para fazer marcas de caçadores de sombras), o que foi totalmente ousado e bom, pois toda a história ocorre em Nova York, no meio do mundo humano. Existem várias regras da Clave (que é como se fosse o Ministério da Magia do Harry Potter) e uma trama muito bem formada. Eu amei tudo, pois a Cass (só para os íntimos 😛 ) soube retratar com muito foco e sentimento os personagens, criando elos e não deixando lacunas pelos relacionamentos. A Clary me pareceu um pouco infantil em alguns momentos, porém me admirei em várias cenas pela sua coragem e lealdade.

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A diagramação é ótima, as letras são grandes e as páginas são amareladas, o que beneficiou minha visão. Eu estou sempre apaixonada pelos brilhos e por tudo o que a Galera Record fez com esse livro, a única coisa que me deixou um pouquinho chateada foi os números e alguns fatores da lombada terem ficado fora do enquadramento. Fora isso, nota 10!

 

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Resenha: Maldosas – Sara Shepard

Nome original: Pretty Little Liars
Ano: 2010
Escritora: Sara Shepard
Editora: Rocco
Páginas: 296
Saga a que pertence: Pretty Little Liars

Oi oi gente, mais uma resenha!
Se você é fã da Série Pretty Little Liars, este livro te contará a história um poucomuito mais detalhada sobre a vida de Alison, Spencer, Aria, Emily e Hanna. Se você ainda não assistiu a série, o livro é uma chave de entrada para este mundo.

A história do primeiro livro foi resumida em um capítulo: O piloto. 296 páginas de enrolação e mistérios que te deixam com vontade de fechar o livro e simplesmente ir assistir ao primeiro episódio novamente. É sério, o livro é igual à série, só que, por incrível que pareça, é mais pesado. O livro/1º Episódio contam sobre como Alison influenciou a vida de Emily, Aria, Spencer e Hanna. As cinco eram amigas desde o sétimo ano e Alison mandava e desmandava no que suas amigas faziam. Porém, Alison guardava segredos das outras quatro que não contavam entre si e por isso era tão temida. Após uma pequena briga com Spencer, Alison sai da casa da amiga e desaparece, não voltando no dia seguinte. E nem nos próximos três anos. Durante este tempo, Hanna emagreceu, Spencer continuava super inteligente, Aria mudou-se para a Europa e encontrou sua verdadeira personalidade e Emily jamais superou o desaparecimento da melhor amiga, tornando-se a filha faz-tudo dos pais pelo remorso que sentia das coisas erradas que fez. Porém, quando as aulas de Rosewood voltam, três anos depois, as garotas estão no 2º ano do Ensino Médio e tudo começa a mudar. Aria se envolve com seu professor de Inglês, Spencer com o namorado de sua irmã, Emily, com uma garota chamada Maya e Hanna é pega furtando coisas em lojas e sua mãe é obrigada a dormir com o policial para que a notícia não saia nos jornais. Todos esses segredos estariam seguros se não fosse por uma pessoa que descobriu-os e pretende mostrá-los para todo mundo: A.

-A começa a mandar mensagens de texto para as garotas, mostrando que sabe de seus segredos, e é isso que as une. Mas, o que mais abala a cidade é uma descoberta: O corpo de Alison foi encontrado.
Eu achei o livro um pouco enrolado e também com alguns termos bem pesadinhos. A primeira coisa que me fez franzir o nariz foram as atitudes das garotas quando elas estavam no sétimo ano. Sétimo ano: Sexta série. Elas deviam ter… 13, 14 anos? Então, Sara Shepard deixou claro que, quando as garotas tinham 14 anos, elas fumavam, bebiam, corriam peladas, beijavam qualquer um. Isso foi um tanto exagerado. Outra coisa foram os palavrões, que você pode ver direto pelo texto. Por último, foi a obscenidade. Shepard não mediu esforços para tentar fazer todas as garotas transarem no primeiro livro, e deixou isso um pouco explícito na narração, o que fez o livro perder mais alguns pontinhos. Por fim, a história é boa, porém, se quiser pensar duas vezes entre ler ou assistir o primeiro capitulo da série, será totalmente compreensível, visto que é tudo a mesma coisa, exceto pelo fato de que na série, os termos são mais leves e não há tanta baixaria.
Beijão, tchau tchau!
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